quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

HISTÓRIA INTERESSANTE

- 'Doutor, o senhor terá de me ajudar num
problema muito sério. Este meu bebê ainda
não completou um ano e estou grávida novamente.
Não quero filhos em tão curto espaço de tempo,
mas num espaço grande entre um e outro'.

E então o médico perguntou:

_'Muito bem. E o que a senhora quer que eu faça?'

A mulher, já esperançosa, respondeu:

_'Desejo interromper esta gravidez e conto com a
ajuda do senhor'.

O médico então pensou um pouco e depois do
seu silêncio disse a mulher:

- 'Acho que tenho um método melhor para
solucionar o problema.
E é menos perigoso
para a senhora'.

A mulher sorriu, acreditando que o médico
aceitaria seu pedido.

E então ele completou:

- 'Veja bem, minha senhora, para não ter de
ficar com os dois bebês de um vez, em tão curto
espaço de tempo, vamos matar este que está em
seus braços. Assim, o outro poderá nascer. Se o
caso é matar, não há diferença para mim entre
um e outro. Até porque sacrificar este que a
senhora tem nos braços é mais fácil, pois a
senhora não correrá nenhum risco.'

A mulher apavorou-se e disse:

- 'Não doutor! Que horror ! Matar um criança é um crime!'.

O médico sorriu e, depois de algumas considerações,
viu que a sua lição surtira efeito.

Convenceu a mãe que não há menor diferença
entre matar a criança que nasceu e matar uma
ainda por nascer, mas já viva no seio materno.

O CRIME É EXATAMENTE O MESMO.

'Aborto é crime..'

Passe adiante adiante esta idéia, quem sabe essa pequena história possa mudar o destino de muitas crianças.

http://hasbadana.blogspot.com/

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Poema de um amigo


"A terra não é mais azul"

Mauricio Moreira

A terra de cima narrada
Seria azul cor do mar
Mas cá dentre nós já sabemos
São ondas que ferem ao quebrar

Quebram em seqüenciais movimentos
Nossa vida, essa pura ilusão
São ondas em seu grande tormento
Que a Física lhe exprime em atração

O azul que pensamos existir
É apenas um frágil momento
Pois dele não podemos exigir
Que persista em soberano alento

Logo ele também vai partir
Foi-se em tão rápido tempo
Levou consigo o momento
O Celestial azul do existir

Dentro da terra que abriga
As ondas nos causam pavor
O azul é a nossa saída
Símbolo do celestial favor

Até que se cumpra a palavra
O azul sem o mal tempo não fica
Pois as ondas do temível mar
Cumprem a lei em sua íntegra

Por vezes nos desesperamos
E às vezes somos mesmos tragados
Por um mar ao qual nos sujeitamos
Desse mundo de inúmeros afogados

Mas a história um dia termina
Com a vitória do azul celeste!
Que um dia vencerá esse mar
Devolvendo os que nele perecem

E assim nossa história termina
Narrando a aventura terrestre
Que além do azul celeste
Tem ondas que cumprem sua sina

A terra não é mais azul
Terminei de compor o motivo
Em breve nem mais verde será
Nesse triste mundo de cinzas

Dedicada ao Sammis Reachers - Um Irmão que recebeu generosamente este verme no canteiro dele.

Esta poesia foi composta ontem (18 de fev.), após leitura de uma obra do sítio eletrônico dele intitulada: "A Blindagem Azul". Confesso que achei o título intrigante, não resisti e escrevi esta. Para minha surpresa, após leitura da obra dele (o título que me inspirou) pude notar a também - similaridade no tocante ao tema abordado por ambas. [Incidentes Felizes!] Percebendo o maravilhamento por parte dele (Sammis) pela cor azul (notório em outro sítio eletrônico dele, resolvi dedicá-la ao mesmo.

Fonte:
www.quartocanteiro.blogspot.com.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Porque agora dói


quando a dor não poderá mais me tocar


eu vejo esta ilha, que é um continente, que é um universo -

ah!



como eu anseio pelo fim de todo o MAL - se a batalha que Ele nos propôs fosse outra, de lanças e espadas - AH! com que furor eu me lançaria! Mas como é difícil combater espiritualmente - como é difícil ser o que devo ser!



Ser um Pássaro Combatente - um pássaro tingido pelo azul do amor de Cristo, banhado no Seu SANGUE



- travar o comba-
te - travar heroi-
camente o combat
e -



e um dia - QUE QUAL CORCEL E DRAGÃO, qual flor e lâmina, poderosamente VEM -
aportar no local de descanso eterno - que eu seja como sou aqui, SENHOR - que eu seja o último -

que eu tenha asas, e reencontre meus amigos

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Don Quixote


MIGUEL DE CERVANTES

[NA SEPULTURA DE D. QUIXOTE DE LA MANCHA: EPITÁFIO COMPOSTO POR SANSÓN CARRASCO]

Jaz aqui o fidalgo forte
que a tal denodo chegou
que se descubra e se exorte
que a morte não triunfou
de sua vida com sua morte.

Teve o mundo inteiro em pouco;
foi o espantalho e o coco
do mundo, em tal conjuntura,
que abonou sua aventura
morrer cordo e viver louco.

(de Don Quijote, tradução de José Bento)

domingo, 10 de fevereiro de 2008

ALOHA irmãos!



Mas Jesus, chamando-as para si, disse: Deixai vir a mim os pequeninos e não os impeçais, porque dos tais é o Reino de Deus.
Em verdade vos digo que qualquer que não receber o Reino de Deus como uma criança não entrará nele.

Lucas 18:16,17

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

O nosso cérebro é fenomenal

De aorcdo com uma peqsiusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as Lteras de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia Lteras etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma bçguana ttaol, que vcoê anida pdoe ler sem pobrlmea. Itso é poqrue nós não lmeos cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo. Sohw de bloa.
Fixe seus olhos no texto abaixo e deixe que a sua mente leia corretamente o que está escrito. 35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4 M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O! NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3 F1C4R B3M ORGULHO5O D155O! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3! P4R4BÉN5!

Fonte: Blog Aprendendo um Pouco Mais.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Um poema recente, de minha autoria


Há uns 5 anos, numa igrejinha em Itaboraí

Setembrino dia, severa manhã
O sol vem em seu crescente.
Um diácono abre janelas e portas
E inicia a oração.

Após vai aos fundos,
À casa de obreiros
Lá sete varões despertos
E sobre quatro camas, dois colchões
No chão deitados, no velho sofá
os restos de uma madrugada
Em orações despedaçada

Sete,
sete de pó
E quando há só arroz
Comem arroz
Se rara carne, carne

Sete de pó
Sete sem casa,
Abrigados na CASA única que existe,
A dAquele que é mais alto do que os altos.
Sete escapados do tráfico, da bebida,
Da vida escrava e inútil...

Sete de pó,
de monte, oração e jejum
Negros, sim, e dois deles
Deixaram o analfabetismo
Em cima de uma Bíblia
Invariavelmente doada, surrada...
(Mas blindada por aquele azul do amor de Cristo,
Que não me canso de citar)

Sete que o mundo não quis por soldados
Desertores, cães
Agregados para baixo da mesa do Sol da Justiça
E a quem Ele houve por bem
Patentear como Brigadeiros, Almirantes e Generais

Sete refugos do mundo
Singularmente sete,
15, 16, 16, 17, 25, 23, 18 anos
Generalíssimos

Sete do mais puro pó
Desempregados, de aparência desprezível
(oh quão desprezível!)
Sete a catar latinhas, serventes de obra,
Vivendo de biscate, sete a trilhar
O trigo no lagar, sem se importar
Com o que você irá pensar

Sete de pó, sete eles,

São só pó
Ou talvez não

Sete ignorantes de Agostinho, Erasmo, Bultmann
E de toda a multidão e compêndios desta nobre casta,
A dos teologais
Sete que jamais poderiam conceber
O horror das sedições de Pelágio, Ário, Maniqueu
Sete que nunca ouviram o som de um shofar
Sete incultos, mas que do dia
À noite falavam línguas desconhecidas,
Com a tranqüilidade da criança
Que sorri

Eram apenas sete,
Sete de pó
A esmigalhar os discursos do mundo,
A cada dia franqueando e abaixo pondo
As muralhas e os medos de uma nova Jericó

Sete cujo único moto,
Contínuo moto
Era louvar e dar plena execução
À Obra dAquele que preside desde a antiguidade

Sete cadáveres que um dia ancoraram na Rocha,
A Rocha das Ressurreições
Que os fez e faz
Pássaros para sempre.


Inspirado em fatos reais.
Dedicado ao meu amigo de infância, de hoje e de sempre, e irmão em Cristo, Wilson Apolinário.
Sim, um dos sete.


Louvado e exaltado para sempre seja o Senhor dos Exércitos, o Deus da nossa salvação.
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