terça-feira, 29 de julho de 2008

Arte surrealista






Algumas imagens alucinadas, alucinantes de artistas surrealistas. Me fazem lembrar de minha adolescência, quando tomei conhecimento da obra de Salvador Dali, numa enciclopédia (acho que as enciclopédias foram minha segunda mãe, não bastasse a original, dona Lia, ser com sobras a melhor do mundo...). Fiquei consternado e acabei 'mergulhando' sobre o Movimento, André Breton e demais poetas e pintores... Gênios? Alguns talvez, vidas destruídas todas.
Quanto a mim, foi uma época de muitos livros & blá-blá-blás & circunvoluções loucas até que eu alcançasse (fosse alcançado pel)o conhecimento verdadeiro, CRISTO.
O SENTIDO que tantos artistas e intelectuais tanto buscaram, sem encontrar. Por que a Palavra da Cruz lhes pareceu Loucura.
E realmente Ela é. A maior e melhor delas.



* Só para esclarecer os interessados, as obras expostas são duma turma beeem posterior a Dali.

Aerial Looping?


Manobra radical... principalmente a do tubarão.

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Dois Macacos por Brueghel


Poema de Wislawa Szymborska, 1957

Guardo o sonho de minha tese de licenciatura:
numa janela sentam-se dois macacos acorrentados,
atrás da janela o céu flutua,
e o mar espirra.

Estou a fazer um exame sobre a história
da humanidade:
gaguejo e hesito.

Um macaco, lança-me os olhos, escuta
ironicamente,
o outro parece sonolento--
e quando à pergunta segue o silêncio,
ele incita-me
com o macio tinido da corrente.

Tradução de J.T.Parreira, in www.poetasalutor.blogspot.com/.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

“Isto é um assalto!”


O assalto é uma rotina nas grandes cidades. À luz do dia, armas são apontadas para a cabeça dos cidadãos, e os trabalhadores que suam todos os dias por um salário minguado ouvem o terrível anúncio: “Isto é um assalto! ” E eles acabam, às vezes, deixando todo o seu dinheiro, que ganharam com trabalho honesto, na mão dos bandidos, quando não a própria vida. Esse tipo de violência nos deixa revoltados, pois ninguém tem o direito de nos tirar aquilo que é nosso. Porém não é só em nossos bens materiais que somos assaltados. Possuímos um bem muito mais valioso, que está na mira do mais perigoso de todos os assaltantes. Esse bem é a nossa alma, e o bandido a quem nos referimos é Satanás. A Bíblia nos alerta sobre esse cruel assaltante: “O diabo, vosso inimigo, anda ao redor como leão que ruge, procurando alguém para devorar.” 1 Pedro 5.8
O trabalho do ladrão é “roubar, matar e destruir” (João 10.10). Satanás veio para roubar a sua felicidade, para levá-lo à morte sem salvação e para destruir a sua alma no inferno. Se você não correr para a proteção de Cristo, o Salvador, ele irá roubar tudo o que você tem. Portanto, dê segurança à sua alma. Aceite Jesus agora.
“O amado do Senhor habitará seguro junto a ele.”
Deuteronômio 33.12

©Alfalit Brasil

terça-feira, 22 de julho de 2008

Ajude quem te ajuda

Ajude a sustentar a Wikipédia e outros projetos, sem colocar a mão no bolso, e concorra a um Eee PC!

…e também a pen drives, card drives, camisetas geeks, livros e mais! O BR-Linux e o Efetividade lançaram uma campanha para ajudar a Wikimedia Foundation e outros mantenedores de projetos que usamos no dia-a-dia on-line. Se você puder doar diretamente, ou contribuir de outra forma, são sempre melhores opções. Mas se não puder, veja as regras da promoção e participe - quanto mais divulgação, maior será a doação do BR-Linux e do Efetividade, e você ainda concorre a diversos brindes!

sammisreachers@ig.com.br

sábado, 19 de julho de 2008

AS maiores palavras em Português

As 10 maiores palavras da língua portuguesa

1º. Pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico (46 letras)
Relativo a uma doença pulmonar aguda causada pela aspiração de cinzas vulcânicas

2º. Paraclorobenzilpirrolidinonetilbenzimidazol (43 letras)
Substância presente em medicamentos como o Ultraproct

3º. Piperidinoetoxicarbometoxibenzofenona (37 letras)
Substância presente em medicamentos como o Baralgin

4º. Tetrabrometacresolsulfonoftaleína (35 letras)
Termo específico da área de química

5º. Dimetilaminofenildimetilpirazolona (34 letras)
Substância ativa em vários comprimidos para dor de cabeça

6º. Hipopotomonstrosesquipedaliofobia (33 letras)
Doença psicológica que se caracteriza pelo medo irracional (ou fobia) de pronunciar palavras grandes ou complicadas

7º. Monosialotetraesosilgangliosideo (32 letras)
Substância presente em medicamentos como o sinaxial e o sygen

8º. Anticonstitucionalissimamente (29 letras)
Maior advérbio da língua portuguesa, significa o mais alto grau de inconstitucionalidade

9º. Oftalmotorrinolaringologista (28 letras)
Profissional especializado nas doenças dos olhos, ouvidos, nariz e garganta

10º. Inconstitucionalissimamente (27 letras)
Sinônimo de anticonstitucionalissimamente

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Poema para um filho adotivo


Herança de um filho adotivo

Houve uma vez duas mulheres
Que nunca se conheceram;
De uma tu não te lembras,
"Mãe" é o nome que à outra deram.

Uma deu nacionalidade,
A outra o nome te deu;
Uma deu do talento a semente,
A outra um rumo proveu.

Duas vidas distintas se moldaram
Para única a tua fazer;
Uma foi a estrela que te guia,
A outra o teu sol quis ser.

Uma te deu emoções,
A outra teus medos calou;
Uma viu teu primeiro sorriso,
A outra tuas lágrimas secou.

A primeira deu-te a vida e
A segunda a viver ensinou;
A primeira deu-te a carência de amor,
E a segunda, para o suprir, ali ficou.

Uma te entregou,
Foi só o que pôde fazer;
A outra orou por um filho,
E Deus a ti lhe fez ver.

Em lágrimas me perguntas agora
A antiga e séria questão:
Hereditariedade ou onde se mora:
Qual fez de mim o que sou, então?
Nenhum deles, meu querido ― apenas o calor
De dois diferentes tipos de amor.

Anônimo

domingo, 13 de julho de 2008

Sobre Lutero, Calvino e a Missão (se der tempo)


Deus preparou uma igreja, cujos membros Paulo compara muito justamente a soldados - para lançarem-se em resgate dos que perecem. Em vez de pensar e contemplar, lancemos-nos com amor ágape sobre os viciados, os mendigos, os doentes, os deficientes, os aprisionados - enfim, sobre aqueles que são os últimos da terra.
O tempo finda; concentre-mo-nos no principal. Ele não veio pelos sãos...

Passeando por aí, vejo e fico alucinado acerca do pensamento de certa corrente teológica. Admiro a corrente, mas não compreendo a ação(?) de seus partidários. São excelentes homens e mulheres postos a pensar o quanto, e até que profundo ou infinito nível, somos bonecos de Deus, se é possível ou não alguma autonomia... Tal questão acaba exigindo uma reflexão tão profunda, que acaba paralisando a muitos nisto: em contemplar tal problema e os universos sem fim onde chega a infinda Graça.

Maravilhosa a Graça. Sem ela não estaríamos aqui.

Estranho que nos sites e blogs referidos não há nada sobre missões, nada sobre evangelização. NADA. Só teologia, muita, muita. Muitos sites, blogs. Muita teologia. Os que se salvarão já estão marcados. Eu sou um dos marcados. Me deixe em paz, para contemplar a maravilha da Graça Soberana.

Cara, isso me cansa. Me perturba. Tenho me segurado há um tempão - prefiro republicar textos e materiais edificantes e fazer o que me foi proposto a ficar emitindo minha opinião, pois como o burro do ditado, sou o primeiro a abaixar a orelha. Mas eu tenho que dizer.

Eles são os arautos da 'inação crítica', um termo que fui obrigado a criar (perdoem este muar) para exprimir esta arte magnífica do não fazer nada e criticar os que fazem. Alguém está dormindo enquanto as almas perecem - alguém nunca conseguiu dar um folheto evangelístico a outro alguém. E compra todo mês três livros de teologia.

Me perdoem se ofendo alguém, mas da reflexão e embate de idéias pode surgir uma mudança de pensamento em um dos lados. De mais, sou meio pragmático, e prefiro SEMPRE a ação às palavras, e vou acabar sempre (sina radical que a Graça me conferiu) me pondo contra os palradores.

Claro que a cada dia desejo aprender mais de Deus - e Ele sabe quantos mistérios espero conhecer, quando estiver Lá, diante de Seus pés. Ele sabe de onde me tirou...

Mas se eu não cumprir minha missão aqui, se eu não repetir Cristo aqui e em mim, se eu não me lançar na missão única - resgatar os prisioneiros das trevas - então minha biblioteca terá sido em vão, pois TODAS AS TEOLOGIAS DO MUNDO ME SERÃO INÚTEIS NO INFERNO.

Eu tinha que dizer.

Sammis Reachers

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Um sentido para a vida

Então, digo a vocês: busquem a Deus, descubram-no e façam dele um poder em sua vida. Sem ele, todo nosso esforço é cinza e o nascer do sol, a noite mais escura. Sem ele, a vida é um drama sem sentido, no qual faltam as cenas decisivas. Mas com ele deixamos a fadiga do desespero e nos elevamos à alegria da esperança. Com ele, deixamos o desespero da meia-noite e alcançamos a alvorada da alegria. Agostinho tinha razão – fomos feitos para Deus e só teremos sossego quando encontrarmos descanso nele.

Martin Luther King, Jr.

In SABEDORIA: Breve Manual do Usuário

Que frutas são originais do Brasil?

Muitas frutas que têm a cara do Brasil vieram de fora
Por Luís Joly
Revista Mundo Estranho - Maio 2007

Estima-se que existam pelo menos 312 frutas tipicamente brasileiras. E isso porque muitas frutas tidas como "a cara do Brasil", como a banana e a laranja não são naturais de terras brasileiras.

"Mas, apesar do número impressionante, apenas seis frutas brasileiras são cultivadas comercialmente em grande escala", diz o engenheiro agrônomo Harri Lorenzi, co-autor do livro Frutas Brasileiras Exóticas e Cultivadas

A lista de frutas brasileiras não-comerciais conta com nomes que você provavelmente nunca ouviu falar, como banana-de-macaco, marôlo, araticum-cagão, taperebá, cariota-de-espinho, pau-alazão, marajá e fruta-de-ema, entre outras. Algumas dessas frutas exóticas são registradas fora do Brasil, o que não anula a originalidade verde-amarela mas deixa o país de fora de eventuais ganhos monetários relacionados ao comércio do fruta. Há ainda as frutas extintas, como o oití-da-Bahia, umas das favoritas do imperador Dom Pedro II, que hoje não existe mais.

Origem de algumas frutas
- Goiaba (Brasil)
- Maracujá (Brasil)
- Coco da Bahia (Brasil)
- Abacaxi (Brasil)
- Caju (Brasil)
- Cacau (Brasil)
- Banana (Sudeste Asiático)
- Maçã (Eurásia)
- Laranja (China)


Mergulhe Nessa:
Frutas Brasileiras e Exóticas Cultivadas
Ed. Instituto Plantarum
Harri Lorenzi, Marco Lacerda, Luis Bacher
627 páginas

Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/


ACESSE UMA LISTA SENSACIONAL COM TODAS AS FRUTAS BRASILEIRAS: Clique Aqui.

terça-feira, 1 de julho de 2008

As verdadeiras armas de destruição em massa


As armas de fogo pequenas e leves são responsáveis pela morte de 600 mil pessoas todos os anos no mundo. Isso faz delas as verdadeiras armas de destruição em massa.

Segundo o Small Arms Survey, de Genebra, estima-se que existam cerca de 639 milhões de armas pequenas em circulação em 110 países, que representam a metade da população mundial. Dessas, apenas 37,8% pertencem às Forças Armadas, 2,8% às polícias, e a enorme proporção de 59,2% estão nas mãos da população civil.

No Brasil, essa proporção de armas nas mãos da sociedade, e não do Estado, sobe para 90%, isto é, mais de 15 milhões de armas, mais de 50% ilegais1.

Diferentemente das drogas, produzidas e comercializadas ilegalmente, as armas são legalmente produzidas e, em certo ponto, ingressam no mercado clandestino. Por isso, uma vez controlado o mercado legal, torna-se possível o controle do comércio ilegal.

Para ter sucesso, qualquer política de controle de armas deve atuar sobre quatro áreas específicas: o controle da oferta, a redução da demanda, o gerenciamento dos estoques e a destruição dos excedentes.

A temática do controle de armas é polêmica e o combate ao desvio das armas do mercado legal para o ilegal depende de vontade política. A centralização, a informatização e a convergência das informações provenientes dos diversos órgãos de segurança são fundamentais para um efetivo controle dos estoques e da circulação das armas pequenas e leves.

Nos países pobres ou em desenvolvimento, a troca de informações é precária por falta de estrutura e tradição. Nos países ricos, até uma década atrás, as armas de fogo eram tratadas como um produto qualquer, sem exigir maiores cuidados e controles.

Na América Latina, o passado recente de regimes autoritários na maioria dos países dificulta o controle de armas pequenas e leves. Em muitos países a questão está sob comando exclusivo dos militares, sem a participação da polícia e da sociedade civil, através de ONGs especializadas, como recomenda a ONU. No entanto, já se desenham iniciativas de cooperação regional, principalmente entre os países do Mercosul.

Solução depende de integração

O fluxo de armas de fogo transcende as fronteiras estaduais e nacionais, e o controle desse fluxo exige ações integradas em todos os níveis: municipal, estadual, nacional, regional e internacional.

Iniciativas em diversos países, e acordos regionais e internacionais, têm obtido sucesso na diminuição da quantidade de armas de fogo em circulação. Países como Brasil, Japão, Grã-Bretanha, Canadá, Austrália e África do Sul implementaram leis rígidas de controle de armas.

Acordos regionais, como, por exemplo, entre os países do Mercosul, permitirão harmonizar a legislação dentro de uma região, dificultando atividades como o tráfico de armas nas fronteiras, pois não adianta avançar no controle em um país, se as armas continuarem a ser traficadas em países vizinhos. A necessidade de que as leis de controle de armas sejam convergentes é cada vez mais evidente, e leis como o Estatuto do Desarmamento brasileiro têm servido de inspiração para outros países da região.

Existem também esforços no sentido de se criar um Tratado Global sobre o Comércio de Armas. Em 2001, a ONU realizou a primeira conferência global sobre a questão das armas pequenas, que levou à criação do Programa de Ação (PoA), que visa a prevenção, o combate e a erradicação do comércio ilícito de armas pequenas e leves em todos os seus aspectos. Entre as recomendações do PoA estão a regulamentação das atividades dos intermediários (brokers) e a marcação das armas para facilitar o rastreamento.

As organizações civis vão pressionar os governos a adotar um instrumento legal para regular as transferências de armas entre países, que contemple também as transferências de armas entre governos e atores não estatais, além da marcação de munições para tornar mais eficiente o combate ao tráfico ilícito desses produtos.

1 Segundo pesquisa "Brasil: as armas e as vítimas" do Iser/Viva Rio

www.comunidadesegura.org
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