sexta-feira, 29 de maio de 2009

A maior folha do mundo


A maior folha do mundo pertence a uma Alocasia macrorrhiza, que ocorre na Malásia. Um exemplar achado em 1968 possuía 3,02 metros de comprimento, 1,92 de largura e área de superfície de 3,17 metros quadrados. A folha leva 2 meses para chegar ao tamanho médio.


alocasia macrorrhiza


Via blog Aido Bonsai - http://aidobonsai.wordpress.com/

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Como Brizola escapou do Brasil em 1964


A saída do ex-governador e entao deputado federal Leonel Brizola do território brasileiro rumo ao exílio no Uruguai é um dos mais obscuros capítulos da história do movimento militar de 1964. Adversários de Brizola trataram de espalhar a versão de que ele saíra do território brasileiro vestido de mulher.

O próprio Brizola deu demonstrações públicas de que este é um assunto que não o agrada nem um pouco. Quando uma repórter o abordou durante a campanha presidencial de 1989, para saber se era verdade que ele tinha saído do Brasil vestido de mulher, Brizola reagiu,agressivo : disse que tinha usado as calcinhas da autora como disfarce. A frase de Brizola pode ter rendido bons títulos nos jornais,mas não acrescentou nada à historia de 1964.

A partida de Brizola rumo ao exÍlio, em maio de 1964, teve somente uma testemunha : o piloto do bimotor Cessna que conseguiu pousar o aviÃo na areia, numa praia no Rio Grande do Sul, numa operação de resgate articulada com requintes de um filme de espionagem.

A operação envolveu disfarces, senhas e códigos secretos - como uma nota de um cruzeiro partida em dois pedacos. Testemunha ocular de fatos importantes da crise de 1964, procurador do ex-presidente Joao Goulart, o piloto Manoel Leaes é um homem de poucas palavras. Preferiu viver sempre na sombra. Acompanhou dia-a-dia a odisséia do fazendeiro Joao Goulart.

Guarda em casa,em Porto Alegre,relíquias como o passaporte que o ex-presidente conseguiu do governo do general Ernesto Geisel, meses antes de morrer,em 1976. O passaporte jamais foi utilizado. Quando fazia viagens para a Europa durante o exílio, Jango se valia de outro passaporte - que,surpreendentemente, lhe tinha sido dado pelo general Alfredo Stroessner,na epoca ditador do Paraguai. Autodeclarado amigo do Brasil,Stroessner fez o que o governo brasileiro não quis fazer : dar a Jango um passaporte.

Neste depoimento, gravado em Porto Alegre, Manoel Leaes,testemunha solitária do resgate de Leonel Brizola,revela com detalhes como foi a aventura :

GMN- A única pessoa que pode contar a verdadeira historia sobre como Brizola saiu do Brasil em 1964 é o senhor - que estava no avião com ele. Há versões desencontradas sobre o que aconteceu.Qual é a verdade,afinal ?

ML - ‘’A verdadeira história da saída de Brizola é tensa. Perseguido pelas forcas da repressão, Brizola se encontrava em Porto Alegre,sem condições de sair do país. Já em fins de abril de 1964, eu, que já estava no Uruguai acompanhando o presidente Goulart, recebi a visita de um emissário que me propôs uma missão : resgatar Brizola no Brasil .

Tive um encontro com D.Neuza(mulher de Brizola). Combinamos,então,um plano de resgate. Dona Neuza chegou a me entregar metade de uma nota de um cruzeiro. Disse-me que a pessoa que me procurasse com a outra metade da nota seria o emissário com quem eu deveria combinar o plano para resgatar Brizola.

Poucos dias depois, fui procurado pelo emissário - que trazia a outra metade da nota.Durante dez dias, estudei, no Uruguai, a possibilidade de fazer a operação resgate em Porto Alegre. Eu pilotaria um avião que desceria no Aeroporto Salgado Filho, o que seria arriscado. A alternativa seria descer numa praia no litoral do Rio Grande do Sul. Optei pela praia.

A escolha da praia ficaria a critério dos amigos de Brizola no Brasil. Mas,para descer na areia da praia, eu precisaria saber do horário das mares. Por quê ? A maré baixa deixaria livre uma faixa de terra que possibilitaria a descida do avião.

Designamos,então, uma pessoa que ficou encarregada de estudar o movimento das marés. Somente assim, eu teria certeza de que poderia descer na praia. Recebi, então, um informe indicando em que horarios a maré estaria baixa ou estaria alta. Preferi o horário das sete da manhã. Nesse horário,com a maré baixa, eu teria espaço suficiente para descer na areia pilotando o bimotor.

Comecamos, então, a executar a operação resgate. Eu usaria o avião do presidente João Goulart para resgatar Brizola no Brasil. Era um aviaão Cessna 310, prefixo PT-BSB. Já exilado no Uruguai, o presidente João Goulart sabia de todo o plano. Autorizou-me a decolar de Punta del Este. Deixei Punta às cinco da manhã, em direção à praia do Pinhal, onde Brizola deveria estar me esperando. Eu pilotava o avião do presidente. Fui sozinho.

Quando me aproximei da praia, notei que nem todos os planos que havíamos feito estavam se confirmando. Pelo acerto que haviamos feito,deveriam estar na praia um grupo de pescadores, um Volks vermelho, um caminhão e outro carro. Mas,ao sobrevoar a praia, notei que o caminhão não estava la! Eu deveria regressar ao Uruguai, porque alguma coisa estava errada. Mas,num arroubo de juventude, resolvi me aproximar de qualquer maneira.

Quando eu estava vindo buscar Brizola,sintonizei durante o vôo a Rádio Guaíba.Uma autoridade do governo dizia que em quarenta e oito horas Brizola estaria preso.

Quando cheguei à praia, vi Brizola saindo de trás de um monte de areia. Estava acenando para mim. Pensei comigo : se Brizola veio,então vou aterrissar. O plano deve ter dado certo. Brizola não iria me entregar. Pousei na areia. Abri a porta do avião.

Quando Brizola ainda estava fechando a porta do avião, eu já estava decolando de novo, rumo ao Uruguai! Brizola estava vestido com a farda da gloriosa Brigada Militar do Rio Grande do Sul. Trajava o uniforme de soldado. Tenso,mas feliz, Brizola parecia aliviado porque iria se encontrar com a família no Uruguai. Tinha saído de Porto Alegre num fusca, junto com uma senhora que demonstrou grande coragem pessoal ao levá-lo ao local do resgate. Passaram pelas barreiras sem serem vistos.

Quando eu disse a ele ‘’Dr.Brizola,já estamos no Uruguai ! Acabamos de passar pela fronteira !’’, ele apertou minha mao e me disse : ‘’Obrigado,Maneco !’’. Logo apos nossa decolagem,nos quinze minutos seguintes, tomei uma decisão como medida de precaução, para que nosso avião nao pudesse ser interceptado pela FAB : voei baixo,cerca de um metro acima das ondas do mar.

Brizola chegou a me dizer : ‘’Olhe para trás, para ver se vem vindo algum avião da FAB !’’. Respondi : ‘’Agora eles nao vêm mais. Porque, com o nosso tempo de vôo, já não há perigo de sermos interceptados’’. A viagem, com uma escala em território uruguaio, terminou em Solimar, um balneário nos arredores de Montevidéu, onde o presidente João Goulart nos esperava. Assim Brizola saiu do Brasil em 1964’’.

(Trecho do livro "DOSSIÊ BRASIL")

Via http://www.geneton.com.br

sábado, 23 de maio de 2009

Genocídio Homossexual?


A Folha de São Paulo,
neste dia 09 de dezembro de 2008 traz uma carta, no “Painel do Leitor” discutindo notícias recentes sobre assassinatos de homossexuais em uma praça de São Paulo, que vêm sendo correntemente investigados pela polícia. Nela, o missivista fala de um “genocídio de homossexuais” que estaria ocorrendo no Brasil. Obviamente, como cristãos e cidadãos ordeiros dessa nação brasileira, somos contra qualquer assassinato. Acreditamos até que a punição corrente para esses crimes seja por demais suave, quando comparada com as determinações bíblicas que especificam a pena de morte para a retirada da vida de pessoas que são formadas à imagem e semelhança de Deus. No entanto, esse rótulo de “genocídio homossexual” é curioso, estranho e intrigante.

O autor da carta e da expressão é um militante da causa homossexual, de presença amiúde nas páginas dos jornais. Com um currículo impressionante, ele é Chefe do Departamento de Antropologia da Universidade Federal da Bahia; membro da Comissão Nacional de Aids, do Ministério da Saúde (CNAIDS) e do Conselho Nacional de Combate à Discriminação do Ministério da Justiça. Para que não paire a falsa idéia de que ele é prestigiado apenas pelo presente governo, o Sr. Luiz Mott foi agraciado com o grau de Comendador da Ordem do Rio Branco pelo presidente Fernando Henrique Cardoso.

Ele é um dos principais promotores da chamada “lei contra a homofobia” (PLC 122/2006), que tramita no Senado Federal e que já foi alvo de alguns posts neste Blog (veja aqui, aqui e aqui). Promove, também, outras leis semelhantes que estão sendo aprovadas por municípios e estados desse nosso país. Uma das pérolas nauseabundas de sua lavra é um texto no qual coloca em dúvida a historicidade de Jesus, para, a seguir, afirmar que se há qualquer veracidade nos relatos bíblicos, o que sobressai é um Jesus que é sodomita ativo e um apóstolo João como um de seus amantes. Paro por aqui, sem entrar em detalhes mais obscuros e pornográficos de outros textos de sua autoria e promoção. Informo, em adição, que o Luiz Mott tem contestado algumas acusações que tem recebido, em vários blogs, nesta sua página.

Interessa-me, na realidade, analisar a sua expressão e a divulgação freqüente de que atravessamos um “genocídio homossexual” em nosso país. Uma das estatísticas mais utilizadas (faça uma pesquisa no Google) é a de que “a cada três dias um homossexual é assassinado no Brasil” (veja, por exemplo, aqui e aqui). Essa tem sido a principal bandeira para promover o malfadado Projeto de Lei já mencionado, supostamente contra a homofobia. Recentemente, estive em um evento e ouvi um Ministro de Estado repetir essa mesma estatística, sem pestanejar, nem ponderar. A inferência desse número, é que isso retrataria uma brutalidade e ataque intenso aos homossexuais em nosso país. Os gays necessitariam, portanto, da proteção dessa lei contra tal intolerância. Para chegar a esses números, e afirmar que, no Brasil, “tivemos 122 mortes, neste ano, superando o México e os Estados Unidos”, Mott compilou os seus dados através do método duvidoso de referir-se às notícias dos jornais, por inexistência de “estatísticas oficiais”. Segundo Mott, o Brasil atravessa um “homocausto” (trocadilho que procura associar a morte de homossexuais ao Holocausto)!

Repetindo, acredito na lei de Deus e em seus princípios de justiça, bem como na dignidade humana. Repudio, portanto, qualquer tipo de assassinato ou crueldade contra qualquer pessoa. Sobre essas estatísticas e sobre a terminologia que está sendo utilizada, entretanto, pondero o seguinte:

1. Em primeiro lugar, a utilização da expressão “genocídio” é interessante, curiosa e contraditória. A palavra tem a sua origem com o trabalho do judeu polonês, Raphael Lemkin, que protestava as ações dos “atos bárbaros” da Alemanha nazista. Em 1944, ele cunhou o termo em seu livro “O Domínio do Eixo na Europa Ocupada”. Lemkim pegou a palavra grega “genos”, que significa “raça”, “tribo”, “grupo étnico”, unindo-a ao sufixo latino “cidium”, que significa “ato de matar”, “assassinato” - resultando na palavra genocídio, ou seja, o assassinato de uma raça ou de um grupo étnico. Quando um homossexual se refere a assassinatos de homossexuais como sendo “genocídio homossexual”, está atribuindo um determinismo genético ao homossexualismo (equacionando a prática com “raça”, “tribo”, “grupo étnico”). Ocorre que, curiosamente, eles próprios têm se posicionado contra a noção de que existe uma inclinação biológica ou genética à prática. Afinal, uma das grandes bandeiras do movimento gay é sobre “o direito de opção sexual”: ser-se aquilo que se quer ser, em vez de procurar ser aquilo que biologicamente são. Rebelam-se contra a noção de que Deus criou dois sexos, e não três ou quatro. Colocam na pessoa a definição de sua sexualidade, e não no Criador. Pois bem, ao clamar “genocídio”, contradizem-se em sua própria argumentação.

2. Segundo, alguma coisa está sendo perdida nessa estatística. A cada ano, 50.000 brasileiros são assassinados, o que dá 138 brasileiros por dia, ou 414 a cada três dias. Se a questão é que “um homossexual é assassinado a cada três dias”, isso dá 1 a cada 414 pessoas. Ou seja, 0,25% dos assassinatos totais.

3. Ocorre que “... o movimento gay declara que o número de homossexuais na população brasileira atinge o percentual de 10%...”. Juntando essas duas afirmações, se verídicas (procedem, ambas dos grupos gays) chega-se à conclusão que morrem menos homossexuais do que o restante da população (414 x 10% = 41). Isto é, morrem 40 vezes menos homossexuais do que heterossexuais. De acordo com essas estatísticas distorcidas, a melhor forma de escapar com vida, no Brasil, é virar gay.

4. A questão, que essa discussão evita, é que mata-se indiscriminadamente no Brasil e isso não é restrito a um segmento ou grupo em particular. É verdade que falar genericamente dos assassinatos, da falta de lei, da violência contra os cidadãos, não “dá mídia” nem impressiona tanto, quanto as estatísticas do Mott. Por exemplo, o movimento Rio de Paz fez recente manifestação nas praias cariocas apontando a cruel estatística de que somente nos últimos dois anos, na cidade do Rio, há o registro de 9.000 desaparecidos. Destes, 6.300 foram presumidamente assassinados e nunca retornarão aos lares. Vários desses foram mortos com requintes de crueldade, no chamado “micro-ondas”, onde as pessoas condenadas a morrer são colocadas em pneus nos quais toca-se fogo, carbonizando a vítima. Esse “crematório individual”, praticamente impede a identificação dos restos mortais. Isso é um arremedo tropicalizado, mais sofisticado e mais cruel, daquilo que a gang de Winnie Mandela, na África do Sul (conhecida como Mandela Football Club) praticava contra os desafetos (lá, era um pneu, só, em chamas, colocado ao redor do pescoço), nas décadas de 70/80. Antônio Carlos Costa (líder do Rio de Paz) aponta que se fez um escarcéu enorme com 138 ativistas políticos que desapareceram na época do regime militar, mas ninguém aparenta dar a mínima com esses desaparecidos e essa matança indiscriminada de agora.

5. É curioso, portanto, que um grupo específico, manipule dados e formule estatísticas enganosas. É intrigante, que na contabilidade do Sr. Mott, homossexuais só morrem – eles não matam. É surpreendente como realidades são ignoradas, como no caso desses assassinatos mencionados no início deste texto, no Parque dos Paturis, em Carapicuíba ninguém aponta que o principal suspeito, preso em 10 de dezembro de 2008, um ex-PM, aparenta ser igualmente homossexual. Ele procurava encontros naquela localidade (uma das testemunhas informou que esteve com ele em um motel, nas vizinhanças). A mídia Esquece que os “ativos” são igualmente homossexuais. E assim, com essas frases e “estatísticas” de efeito, contando com apoio e projeção governamental, os gays e simpatizantes procuram impor uma lei da mordaça heterofóbica, sob o suposto manto de uma pretensa proteção à violência social que impera em nossas plagas; quando a violência não enxerga cor, raça ou sexo. Pior, ainda, é que essa lei é voltada contra as convicções e liberdades religiosas; contra princípios de acato à instituição da família, em vez de contra criminosos de verdade e assassinos de fato.

A triste realidade é a de que o governo tem abdicado de suas responsabilidades de proteção à vida, como sendo a prioridade número um de suas funções. Sofrer violência não é característica de um grupo específico, mas é conseqüência da impunidade e da omissão do estado. Provavelmente deveríamos formar um grupo: os OHEBÓrfãos Heterossexuais do Estado Brasileiro. Quem sabe conseguimos promulgar uma lei que nos proteja?
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Solano Portela
- http://tempora-mores.blogspot.com

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Entidade relaciona os alimentos que correm risco de desaparecer no mundo. O Brasil tem 13 representantes na lista

Gustavo de Almeida

Cheeseburger, hot-dog e milkshake; spaghetti, roast-beef e petit gateau; kafta e strudel. Milhões de brasileiros talvez nunca tenham falado os idiomas aos quais pertencem essas palavras, mas, certamente, já consumiram vários desses alimentos. Enquanto isso, pratos que representam as raízes do País (leia abaixo) parecem estrangeirismos na própria terra. E é exatamente pelo desconhecimento e baixo consumo que correm risco de desaparecer dos cardápios. Dão pouco lucro e, para agravar, exigem colheitas mais complexas. São, por isso, alimentos em extinção.

Há instituições e pessoas preocupadas com isso e trabalhando para que pratos típicos e ditos "locais" não sumam das mesas. O movimento internacional Slow Food - uma associação sem fins lucrativos fundada em 1986, na Itália - catalogou 750 alimentos ameaçados no mundo, num compêndio chamado Arca do Gosto, dos quais 13 são brasileiros. Todos são tão escassos que até os restaurantes especializados - como Navegador, no Rio de Janeiro, e Tordesilhas, em São Paulo - têm dificuldade para mantêlos no cardápio.

Na Bahia, a experiência com o umbu pode ser um modelo para outros produtos. A fruta persiste graças ao trabalho da Cooperativa de Agropecuária Familiar de Canudos, Uauá e Curaçá (Coopecuc). A gerente comercial da Coopecuc, Jussara Dantas, acredita que em um prazo de cinco anos haverá flores e frutas em muitas das 16 mil mudas já plantadas nos três municípios. "Estamos fazendo um trabalho ambiental com a produção de mudas de umbuzeiros", diz Jussara. Por fim, mas não menos importante: esses alimentos ameaçados de extinção são deliciosos.


Fonte: Isto É Online

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Texturas para o próximo verão

Texturas que só as imagens aéreas ou orbitais nos revelam …

Colorado
Sudoeste do Kansas / Sudeste do Colorado - EUA
california
Huron - California - EUA
via http://www.esteio.com.br/blog/blogs

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Frutas Exóticas em Extinção


A maçã de Niedzwetzky pertence uma das espécies de árvores mais ameaçadas de extinção, segundo a Fauna & Flora International.
As maçãs domésticas, sabe-se agora, derivam da espécie selvagem Malus sieversii 3, nativa da Ásia Central. Segundo os especialistas da Fauna & Flora International, em torno de 90% das espécies de frutas e nozes da Ásia Central foram destruídas nos últimos 50 anos. A "Lista Vermelha" de árvores da Ásia Central identifica 44 espécies de árvores no Quirguistão, Casaquistão, Uzbequistão, Turcomenistão e Tajiquistão, como globalmente ameaçadas de extinção.

http://www.fauna-flora.org/

via http://detudoblogue.blogspot.com/

domingo, 10 de maio de 2009

Acelerador de Partículas Chinês

China inaugura seu acelerador de partículas
[Imagem: SSRF]
A China terminou a construção do seu acelerador de partículas, o SSRF - Shangai Synchrotron Radiation Facility, ou acelerador de partículas de Xangai, que já nasce como a maior plataforma de pesquisas na China na área de física, biologia e materiais.
O acelerador do SSRF mede 432 metros de circunferência, opera com uma energia de 3,5 gigaeletron-volts (GeV). Sua construção levou cinco anos e custou US$176 milhões.
O SSRF possui sete feixes e estações experimentais, permitindo que múltiplos experimentos sejam conduzidos em diversas áreas, como ciências biológicas e médicas, novos materiais, física e bioquímica.
Os raios X superfortes produzidos pelo acelerador permitirão a análise detalhada em altíssima resolução de diversos tipos de materiais, incluindo proteínas e compostos destinados ao desenvolvimento de novos medicamentos.
Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br

sexta-feira, 8 de maio de 2009

QUEM CRUCIFICOU JESUS?


Quando chegaram ao lugar chamado Calvário,
ali o crucificaram... -- Lucas 23:33

Olhando para o quadro As Três Cruzes do artista Rembrandt, primeiramente a atenção é atraída para a cruz na qual Jesus morreu. Depois ao olhar para a multidão reunida aos pés daquela cruz, você fica impressionado com as diversas expressões faciais e atitudes das pessoas envolvidas no terrível crime de crucificar o Filho de Deus. Finalmente, os olhos voltam-se para a borda da pintura para prender o olhar em outra figura, quase escondida entre as sombras. Alguns críticos de arte dizem que esta é uma representação do próprio Rembrandt, pois ele reconhecia que por causa dos seus pecados ajudou a pregar Jesus na cruz.
Alguém declarou: "É simples dizer que Cristo morreu pelos pecados do mundo. É algo bem diferente afirmar que Cristo morreu pelos meus pecados. É chocante pensar que podemos ser tão indiferentes quanto Pilatos, tão ardilosos quanto Caifás, tão brutais quanto os soldados, tão cruéis quanto a multidão, ou tão covardes quanto os discípulos. Não era apenas o que eles fizeram -- fui eu que o preguei no madeiro. Eu crucifiquei o Cristo de Deus. Eu me uni ao escárnio."
Coloque-se nas sombras junto a Rembrandt. Você também está lá em pé. Mas depois lembre-se do que Jesus disse quando estava pendurado naquela cruz: "Pai, perdoa-lhes". Graças a Deus, isto inclui você e eu. -- HB


A CRUZ DE CRISTO REVELA O MELHOR DO AMOR DE DEUS,
E O PECADO DO MUNDO EM SEU PIOR INSTANTE.


Fonte: Devocional Nosso Andar Diário

terça-feira, 5 de maio de 2009

Volcano boarding - Surf no vulcão















As encostas cheias de cinzas do Cerro Negro, no oeste da Nicarágua, estão se tornando marca registrada de uma nova modalidade de esporte radical, o "volcano boarding", entre os que gostam de aventuras. Sobre um pedaço de compensado de madeira em forma de trenó, os volcano boarders despencam pela encosta do vulcão ativo a velocidades de até 50 milhas por hora, algo como 80 km/h. Tudo é quente, empoeirado, e um tanto assustador - e doido o suficiente para ter graça.

sábado, 2 de maio de 2009

CÃO SOBREVIVE APÓS NAUFRÁGIO


Uma cadela de estimação caiu de um iate na Austrália e foi encontrada quatro meses depois, em uma ilha remota. O animal, batizado de Sophie Tucker em homenagem a uma comediante americana, sumiu quando o iate de seus donos, Jan e Dave Griffith, navegava por mar agitado na altura de Mackay, na costa de Queensland, em novembro passado.

O casal achou que Sophie tinha se afogado, mas ela conseguiu nadar cerca de 9,7 quilômetros, atravessando uma área infestada de tubarões, e chegou à ilha de St Bees, uma formação vulcânica cercada de recifes.

A cadela foi encontrada por uma patrulha da guarda costeira.

Jan Griffith disse que achou que nunca veria Sophie novamente, mas decidiu contatar a guarda de parques e vida marinha de Mackay depois que ouviu dizer que havia um cão vivendo em St Bees.

Jan disse que Sophie, um cachorro da raça Australian cattle dog desenvolvida em fazendas australianas, sobreviveu alimentando-se de caranguejos até aprender a caçar filhotes de cabras selvagens.

"Ela foi avistada em St Bees e estava em mau estado até que, de repente, melhorou de aparência e foi aí que eles descobriram que ela estava comendo cabras", contou Jan Griffith.
"Ela tinha se tornado selvagem e feroz. Não deixava ninguém chegar perto ou tocar nela. Ela não aceitava comida de ninguém", acrescentou.

Mas depois de um reencontro cheio de emoção, os donos de Sophie disseram que ela está se readaptando rapidamente ao conforto doméstico.

Via http://floreseversos.blogspot.com

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