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sábado, 28 de fevereiro de 2026

AMPLITUDE n.7 - Revista Cristã de Literatura e Artes para download GRÁTIS

 

AMPLITUDE aqui está, firme em seu papel de resgatar, promover, divulgar e viver a literatura cristã em toda a sua vivacidade, singularidade e fortuna.

Neste número, a razão de ser de Amplitude se apresenta em toda a sua força: a poesia e a prosa de ficção ocupam a quase totalidade de nossas cinquenta e nove páginas.

Por sinal, este é um número eminentemente poético: São nada menos que dezenove páginas de poesia.

Nos contos, temos a presença de nomes como Joanyr de Oliveira, Rute Salviano Almeida e o norte-americano Walter Wangerin Jr., que somam-se a Eber Rocha, Seles Gonçalves, Valnei Nascimento da Silva e este que vos escreve.

Abrimos este número com um artigo especial, uma conversa sobre a autopublicação, com dicas práticas e links de interesse.

Falando em especial, fizemos um apanhado de poemas da literatura universal sobre (a Parábola d)o Filho Pródigo, um tema central da cultura cristã, em treze páginas de alta poesia.

Nas seções tradicionais, figuras impactantes e até surpreendentes: Em Jardim dos Clássicos, temos um conto do missionário escocês Robert Reid Kalley, pioneiro do evangelho em nossas terras e na lusofonia.

Em Hot Spots, uma seleção de frases de Henry Ward Beecher, prolífico autor com tão pouca bibliografia em língua portuguesa.

O Poeta em Destaque deste número — uma seção que sempre deu espaço a autores vivos — desta vez contempla um nosso irmão já na glória: O lusitano J. T. (João Tomaz) Parreira.

Amplitude ganhou uma nova seção, a Torre de Oração, que buscará apresentar, a cada número, significativas obras do gênero.

E as demais seções? Nossa Pharmacia apresenta textos de autosocorro imediato. Parlatorium continua sua insurgência contra a mediocridade, com frases de impacto e frescor criativo. Notas Culturais traz algumas notícias sobre a cena cultural cristã. Download apresenta três e-books gratuitos que merecem sua leitura, como a antologia que organizamos reunindo os 50 melhores poemas cristãos de Jorge de Lima.

O resto você sabe: Amplitude circula apenas em formato eletrônico, com periodicidade semestral  — e é gratuita, para a glória de Deus.

Pegue seu café, seu chá, seu isotônico, água ou o que for, busque uma sombra — e boa leitura!

 

      Sammis Reachers, editor


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sexta-feira, 11 de julho de 2025

Revista AMPLITUDE 6 (Jul/2025) - Revista Cristã de Literatura e Artes para download grátis

 

Meados de 2025: AMPLITUDE chega a seu sexto número, pela graça de Deus. Sim, apenas o sexto número, mas esta revista está fazendo sólidos dez anos. Foi no ano (pacífico, olhando de agora) de 2015 que nosso primeiro número chegava às tribunas virtuais.

Neste número, como se diz no hodierno jargão futebolístico, "a base vem forte": ficção e poesia, bases, lajes e pilares desta revista, entram em campo com uma seleção especialmente de peso, potente de autores do norte ao sul, do nadir ao zênite do Brasil. E até de Portugal e Moçambique.

As seções que o leitor tem aprendido a amar estão aqui, com acréscimos e ausências, que fazem parte do jogo.

Não apenas divulgar, mas estimular a produção artística é um de nossos motivos. Na página 12, temos o artigo O Credo de Um Artista, onde Jason Harms, apesar de seu empenho assaz puritano (calma, você não precisa concordar com tudo), oferece bons tópicos de reflexão e adesão para colocarmos Deus no centro de nossa produção criativa. No embalo, o artigo 12 Passos para ser criativo (pág. 27) dá excelentes — e simples — dicas que entregam o que prometem.

Em Jardim dos Clássicos, um conto de um clássico até que bem recente, o escritor e imortal da ABL Orígenes Lessa.

Temos crônica daquele que muitos consideram nosso maior poeta evangélico, Gióia Júnior, falando sobre aquele que ele, Gióia, considera o maior poeta brasileiro.

A revista abre com um papo sobre o trabalho editorial que realizamos no ministério Veredas Missionárias. Em nosso entendimento, não há como ser cristão (seja indivíduo, família, igreja, denominação, nação) sem ser missionário. Estamos aqui a trabalho, um trabalho penoso e simples, levar o Evangelho até o último povo, língua e nação. O mais que escapa ou bordeja esta prerrogativa é passeio ou tergiversação, ou, quando muito, ensaio. Assim, seguindo e ampliando uma iniciativa que começou em nossa última edição, veiculamos aqui gratuitamente (e mesmo à revelia) anúncios sobre empresas, pessoas e serviços que contribuem de forma direta com a causa missionária. Se este é o seu caso, entre em contato e nos traga sua história, que no próximo número você poderá aqui figurar.

Em tempo, pois há tempo: O leitor perspicaz perceberá opiniões (políticas, teológicas, cosmovisionais) díspares ao longo dos textos de AMPLITUDE. Veículo plural, as opiniões dos autores não refletem necessariamente a opinião da revista (sei que é ridículo ter que dizer isso, mas até a The New Yorker, a Granta e a The Paris Review o fazem. Pobres de nós).

Editarmos sozinhos uma revista como esta, com tantos textos, tantas seções, tantas especializações, é estafante. Mas o resultado gratifica: A literatura, e mais, o conhecimento, dom de Deus, celebra sua pequena e cordata festa, da qual você, leitor, é um convidado de honra. O Cordeiro é digno!

Por favor, não apenas leia, mas compartilhe esta revista gratuita, que existe para entreter, edificar e desmistificar vidas.

 

      Sammis Reachers, editor


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sexta-feira, 24 de maio de 2013

Machina Signifária, objeto-poético de O Poema Sem Fim


Objeto integrante do corpus de O Poema Sem Fim - http://opoemasemfim.blogspot.com/ . "Machina Signifária" - Objeto. Com este, integro artes plásticas à metapoética desta obra, sempre em progresso, e em avanço 'antropofágico' sobre novas plataformas, mídias, canais. Pois a poesia é mais do que ensinam na escola e na esquina.




sábado, 2 de março de 2013

Mulher de Azul, poema de J.T. Parreira sobre tela de Natan Altman

Natan Altman, Retrato da poetisa Anna Akhmátova, 1914

Não, mulher de azul, o céu
 do teu vestido é um corpo, um coro
 de anjos te cantaria, e as rosas
 ao fundo como células que crescem benignas
 em nenhum outro lugar
 haverá perfume, mulher de azul
 com o sol a descer pelos teus ombros.

J.T. Parreira

domingo, 13 de maio de 2012

Festival de cinema sob licença Creative Commons na Cidade do México


De 9 a 14 de julho, os moradores da Cidade do México vai apreciar o seu primeiro festival de cinema sob licenças Creative Commons (CC CMX) . Este é um espaço que será exibido obras audiovisuais, curtas-metragens, longas-metragens, documentários, que estão sob tais licenças de propriedade intelectual com o objectivo de criar uma rede de distribuição para novos criadores. O que é a diferença neste ciclo com o resto do negócio na cidade? Para entender sua importância, é necessário entender um pouco sobre as licenças Creative Commons .

O que é Creative Commons?

Em 2001 veio "Creative Commons, uma organização não governamental sem fins lucrativos, liderada por Lawrence Lessig, professor de Direito na Stanford University. A idéia do projeto foi desenvolver um grupo de licenças de propriedade intelectual (mais conhecido como comuns licenças criativas de bens) menos rigoroso do que no presente, compatível com as várias jurisdições do mundo, e para permitir que o autor para fornecer flexibilidade ao seu trabalho. As licenças Creative Commons são projetados para um modelo de distribuição com base na cópia, em um mundo onde a reprodução ea distribuição de obras estão disponíveis para todos os processos.
Ao longo de mais de uma década, as licenças foram traduzidos e adaptados para serem compatíveis com diversas legislações do mundo, incluindo Espanha, México e Argentina. Licenças Creative Commons permitem que o autor a colocar certas condições em seu trabalho, como o liberdade para o jogo sob atribuição, criar obras derivadas ou restringir a comercialização. Os termos são baseados em copyleft neologismo cunhado, em contraste com o autor, um conjunto de palavras cujo significado pode ser traduzido como "permissão para copiar" (ou no sentido literal, o autor à esquerda).

Onde é que o festival?

O festival de cinema na Cidade do México é uma cópia do Criativo NCCB Barcelona Commons Festival de Cinema . O evento espanhol é a partir de 2010 e está registrado sob uma licença Attribution Noncommercial - Share Alike (CC-NA-SA). Isto significa que qualquer pessoa no mundo pode organizar um festival similar, desde que se reúne duas condições:
  • O licenciado tem o direito de copiar, distribuir, exibir e executar a obra e fazer trabalhos derivados para fins não comerciais.
  • O licenciado tem o direito de distribuir trabalhos derivados sob uma licença idêntica à licença que rege o trabalho original.
Festival de Barcelona terá sua terceira edição nos dias seguintes (10 a 13 de Maio). Além da capital mexicana, outras cidades que já sediaram o ciclo deste ano foram Madrid (19-22 de Janeiro), Lima (28 fevereiro-2 março) e Buenos Aires (13 a 16 de Março).

Qual é o CMX DC?

O CC CMX será mostrado em diferentes locais do Centro Histórico do México, Espanha Centro Cultural, Museu Nacional de Arte da Universidade do Claustro de Sor Juana, entre outros. Além dos filmes, haverá um workshop sobre o uso de licenças Creative Commons em projetos audiovisuais (muito importante para jovens diretores) e um par de mesas-redondas temáticas: "Cinema na era da Internet" e "Os espaços no cinema " . Se eu não tenho nenhuma dúvida sobre o CMX-DC como se inscrever, como participar com seus trabalhos, pode contactar os organizadores diretamente no site do festival.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Ilustrações em defesa dos direitos dos animais - Iniciativa contra o confinamento e o comércio ilegal de pássaros

Ana Maria Moura

Mais de 60 ilustradores, brasileiros e estrangeiros, expõe trabalhos que alertam para o confinamento e comércio ilegal de pássaros. É a exposição 'Passarinho na gaiola não canta, lamenta', realizada em São Paulo (maiores informações AQUI).
Veja algumas das ilustrações:


Alecrim

 Alexandre Beck

 Cecília Esteves

 Eldes

 Gilberto Lefevre

 João Lin

 Laerte Silvino

 Marcos Guilherme

 Marlowa

 Monica Fuchshuber

 Paladino

 Patrícia Machado

 Paulo Fradino

 Sandra Ronca

Yara Kono


terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

A arte de Timon Maxey

Braided Rakaia

Chatham Island

Gray Rock Red Rocks

Red Rocks

Wreck At Owenga

Timon Maxey é um artista plástico neozelandês. 
Veja e conheça mais no site dele, AQUI.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Angelo Agostini - sua vida, arte e influência


Angelo Agostini (Vercelli, Itália 1843 - Rio de Janeiro RJ 1910). Caricaturista, ilustrador, desenhista, crítico, pintor, gravador. Ainda criança muda-se para Paris, onde conclui seus estudos de desenho em 1858. Reside em São Paulo a partir de 1860, e quatro anos depois funda, com Luís Gonzaga Pinto da Gama (1830 - 1882) e Sizenando Barreto Nabuco de Araújo (1842 - 1892), o semanário liberal Diabo Coxo. Em 1866, cria, com Américo de Campos e Antônio Manuel Reis, o jornal O Cabrião, periódico semanal, no qual publica sátiras sobre a Guerra do Paraguai. Além disso, nessa publicação, merecem destaque a série de pequenos artigos Instruções Secretas dos Padres da Companhia de Jezus, onde ironiza as estratégias de enriquecimento da ordem religiosa, e a caricatura O Cemitério da Consolação em Dia de Finados, sátira sobre o feriado cristão. Esta charge gera uma grande polêmica desenvolvida nas páginas de dois outros periódicos, O Diário de São Paulo e o Correio Paulistano. Muda-se para o Rio de Janeiro e passa a colaborar no periódico O Arlequim, em 1867, e na revista Vida Fluminense, em 1868, que publica pela primeira vez a história infantil de sua autoria Nhô Quim ou Impressões de uma Viagem à Corte. Entre 1869 e 1875, trabalha como colaborador na revista O Mosquito onde, em 1872, publica caricatura satirizando a tela Passagem de Humaitá (1868), de Victor Meirelles (1832 - 1903). Em 1876, funda a Revista Ilustrada e, como editor, publica, em 1879, a série de caricaturas Salão Fluminese-Escola Brazileira, em que satiriza as obras enviadas para os salões de belas-artes. Em uma dessas caricaturas, intitulada Oferecido ao Eminente Pintor Victor Meirelles de Lima, o artista ironiza as telas Batalha dos Guararapes (1875/1879), de Victor Meirelles, e A Batalha do Avaí (1872/1877), de Pedro Américo (1843 - 1905). Durante a campanha abolicionista, Agostini publica na revista a série de caricaturas Cenas da Escravidão, em que, fazendo referência aos passos da paixão, apresenta, em 14 ilustrações, diversas formas de tortura a que eram submetidos os negros cativos. Em 1889 viaja para Paris e lá permanece até 1895. Nesse ano retorna ao Rio de Janeiro e funda a revista Dom Quixote. Trabalha na revista O Malho, em 1904, e integra a equipe fundadora da revista infantil O Tico-Tico, em 1905.


NHÔ QUIM - O mais antigo quadrinho nacional




Em 30 de janeiro comemora-se o Dia do Quadrinho Nacional. Data essa, instituída para homenagear o pioneiro artista Ângelo Agostini (1843-1910) que publicou no dia 30 de janeiro de 1869, Nhô-Quim, ou Impressões de uma Viagem à Corte, considerada a primeira história em quadrinhos brasileira e uma das mais antigas do mundo.


Apesar de ser uma arte que encanta e apaixona muita gente no Brasil, pouca gente sabe quem foi Angelo Agostini. Angelo Agostini nasceu na Itália e chegou no Brasil com 16 anos. Morou inicialmente em São Paulo, onde fundou o primeiro ilustrado com o título “Diabo Coxo”. Anos depois, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde sua carreira de cartunista deslanchou.
Nessa época, já há muito se fazia cartum no Brasil e no mundo. O que faz de Agostini um nome tão importante foi a publicação, em 30 de janeiro de 1869, da primeira história em quadrinhos do país e que figura entre as mais antigas do mundo.


“Nhô Quim é um caipira que vai para a cidade do Rio e se choca com a civilização meio rural, meio urbana. É uma caricatura dos costumes da época”, explica o jornalista e pesquisador Athos Eichler.


O pesquisador afirma que, 14 anos depois, Agostini lançou outro personagem, Zé Caipora, que também fez história. Publicado inicialmente na “Revista Ilustrada”, mais tarde ele foi retomado em outras edições e teve suas aventuras lançadas em fascículos. “Isso é algo que gosto de chamar a atenção. É a primeira revista exclusivamente de quadrinhos e a primeira que acompanha as histórias de um personagem fixo”, afirma.


Em 2002, Eichler lançou pela Editora do Senado Federal o livro “As Aventuras de Nhô-Quim & Zé Caipora”, recuperando ambas as histórias na íntegra. “Sempre fui interessado por esse material, que até então não tinha visto completo. Achava impossível ninguém ter publicado aquilo até então”, lembra.


Nhô Quim, um personagem bem retratado no filme Marvada Carne, de certa forma homenageia o criativo Angelo Agostini, num dos melhores filmes nacionais.


Fonte: http://impulsohq.com
Foto ao alto: http://www.quadrinize.com



Troféu Angelo Agostini


No dia 30 de janeiro é comemorado em todo o Brasil “O Dia do Quadrinho Nacional” em homenagem a Angelo Agostini,criador da primeira História em Quadrinhos brasileira, em arte sequêncial e, com um personagem fixo,  que começou a ser publicada em 30 de janeiro de 1869 e que durou mais nove capítulos sob seu traço, com o título As Aventuras de Nhô Quim ou Impressões de uma Viagem à Corte e, para homenagear a data, a AQC-ESP (Associação dos Quadrinistas e Cartunistas do Estado de São Paulo) criou, em 1984, o Prêmio Angelo Agostini que visa homenagear e premiar os profissionais da arte sequencial. Visite: http://aqcsp.blogspot.com/2011/11/amanha-reuniao-da-aqc-as-10h00.html




ALGUMAS ILUSTRAÇÕES
(clique nas imagens para ampliar)
De volta do Paraguai. (Vida Fluminense, nº 12, junho, 1870). 
Na representação de Agostini, ex-escravo combatente e condecorado vê sua própria mãe no tronco ao voltar da guerra. 

 "Natal de 1877", Angelo Agostini. Caricatura representando as "facadas" com o natal. A imagem é a primeira a ilustrar uma árvore de natal, no Brasil.

Algumas capas da Revista Ilustrada

 Ângelo Agostini retrata Martinho de Campos, líder do Partido Liberal.

 1881

Caricatura de Floriano Peixoto



Pedro II dormindo... 1887

domingo, 1 de janeiro de 2012

O primeiro livro de fotografias



Anna Atkins (1799-1871), é considerada a autora do primeiro livro de fotografias publicado. Filha de John George Children, cientista do Departamento de História Natural do Museu Britânico, ficou orfã de mãe no primeiro ano de vida, ficando o pai responsável pela sua educação. Pela força das circunstâncias, estabeleceu-se uma forte cumplicidade entre ambos e foi John Children que introduziu Anna, no mundo das Ciências Naturais.

Ambos conheciam Sir John Herschel, o inventor do cyanotype. O método consiste na exposição aos raios solares de um objecto colocado sobre uma cartolina preparada com um composto que reage aos ultravioletas. Passados 10 a 20m a cartolina fica com as formas impressas do objecto que se encontrava sobre ela. A impressão obtida denomina-se Prussian Blue. Corria o ano de 1842 e Anna decidiu expor a sua colecção de algas marinhas. Daí à publicação foi um passo. 


segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Fotos famosas ganham versão Lego

Soldados americanos após vencer a batalha de Iwo Jima, na Segunda Guerra Mundial.

O britânico Mike Stimpson se define como “a photographer with a bizarre toy fascination, and a curiosity towards light”. Seu amor à fotografia e aos brinquedos, fez com que Mike tivesse a ótima ideia de reinterpretar fotos clássicas, usando bonequinhos de Lego. Veja abaixo algumas delas. E muito mais arte com Lego você pode ver no site do autor: http://www.mikestimpson.com/photography/

 Foto de Henri Cartier-Bresson na estação de trem Gare Saint-Lazare, em Paris.

 Lunch Atop a Skyscraper, tirada em 1932 por Charles C. Ebbets, durante a construção do GE Building.

 O dia da vitória sobre o Japão, foto tirada por Alfred Eisenstaedt.

"O rebelde desconhecido", durante protesto na Praça da Paz Celestial, na China.

Bed-Ins for Peace, protesto de John Lennon e Yoko Ono.

sábado, 17 de dezembro de 2011

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