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segunda-feira, 20 de junho de 2022

DISCIPULADO



DISCIPULADO

Incapazes de desvendá-lo,
o tomamos como fruição:
e é sempre o mar que nos desvenda.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

MISSÃO MEAP PROMOVE PROJETO ESPORTIVO DE SURF NO PONTAL DO LESTE. COLABORE!




Após pesquisa nas vilas de pescadores do entorno do Ariri identifiquei uma boa oportunidade para iniciar um projeto esportivo na região - uma escolinha de surf no Pontal do Leste, uma comunidade situada na Ilha do Cardoso. Tanto os jovens como crianças, manifestaram desejo de aprender a surfar e outros a melhorar a prática no esporte. Já faz algum tempo que estou meditando nisso e orando. Pontal é uma vila com forte tradição no catolicismo, onde não há convertidos a Cristo, ainda.
PROPÓSITO: Meu desejo nesse projeto é criar vínculo pessoal, ministrar a Palavra antes de cada aula e promover aos jovens, crianças e adolescentes, conhecimento das Escrituras, em um ambiente familiar, seguro e muito legal; ensinar a prática do surf e natação.
Através desse projeto, bem como as atividades no ministério de evangelização nas casas, desejo alcançar os amados do Pontal, Barra e outras comunidades, proclamando o arrependimento e o Senhorio de Jesus Cristo, plantando a igreja de Cristo e Seu Reino nessa região.
NECESSIDADES: Os equipamentos na região, além de muito caros, não tem muita variedade, o que torna inviável a aquisição por aqui.
Para iniciar as atividades, preciso, no mínimo de:
 3 pranchas
 2 pranchões
 Cordinhas e parafinas
 Roupas de borrachas
 Camisetas de lycra
Alguns aqui têm prancha, mas nem todos, e não estão em bom estado; eu mesmo consertei algumas.
DESAFIO:Quero abrir a oportunidade de você fazer parte desse projeto:
 Doando material para as atividades esportivas
 Orando
Se aceitar participar desse projeto, entre em contato conosco.
Marcos Melo – marcos@meap.org.br
Missionário - Campo SP
Evaldo Almeida – evaldo@meap.org.br
Coordenador do Campo SP

segunda-feira, 27 de junho de 2011

NASA capta onda de surfista no Sol

Ondas de surfista, geradas no Sol, assim como nos oceanos da Terra, por um processo chamado de mecanismo de Kelvin-Helmholtz, foram vistas pela primeira vez na atmosfera do Sol.[Imagem: NASA/SDO/Astrophysical Journal Letters]
Onda de surfista solar
Astrônomos detectaram uma típica onda de surfista rolando através da atmosfera do Sol.
E isto significa bem mais do que apenas uma boa foto: as ondas de surfista solares contêm pistas sobre como a energia se move através da atmosfera solar, conhecida como corona.
Como os cientistas sabem como esses tipos de ondas - tecnicamente conhecidas como instabilidades de Kelvin-Helmholtz - dispersam a energia na água, eles podem usar essas informações para entender melhor a corona solar.
Isto, por sua vez, pode ajudar a resolver um grande mistério de por que a corona é milhares de vezes mais quente do que se poderia esperar.
"Uma das grandes perguntas sobre a corona solar é o seu mecanismo de aquecimento," diz o físico solar Leon Ofman, da NASA. "A corona é mil vezes mais quente do que a superfície visível do Sol, mas o que a aquece é algo não bem compreendido. Tem sido sugerido que ondas como estas poderiam causar turbulência, que causa o aquecimento, mas agora temos a prova direta das ondas de Kelvin-Helmholtz."
Estas foram algumas das primeiras imagens capturadas na câmera do Observatório da Dinâmica Solar (SDO - Solar Dynamics Observatory), um telescópio solar de alta resolução, lançado em 11 de fevereiro de 2010, e que iniciou a captura de dados em 24 de março daquele ano.
Mecanismo de Kelvin-Helmholtz
As instabilidades de Kelvin-Helmholtz ocorrem quando dois líquidos de diferentes densidades ou diferentes velocidades fluem um através do outro.
No caso das ondas do mar, o par é formado pela água densa e pelo ar, muito mais leve.
À medida que eles passam um pelo outro, leves ondulações podem ser rapidamente amplificadas, gerando as ondas gigantes, tão amadas pelos surfistas.
No caso da atmosfera solar, que é feita de um gás muito quente e eletricamente carregado, chamado plasma, os dois fluxos vêm de uma expansão de plasma em erupção a partir da superfície do Sol, que passa por um plasma que não está em erupção.
A diferença na velocidade e na densidade dos fluxos através dessa fronteira provoca a instabilidade que gera as ondas.
NASA capta onda de surfista no Sol
Esta é uma ejeção de massa coronal captada pelo Observatório de Dinâmica Solar em 07 de junho de 2011. [Imagem: NASA/SDO]
Explosão solar
O mesmo observatório solar SDO captou uma tempestade solar média que deverá atingir a Terra entre hoje e amanhã.
O Sol desencadeou uma tempestade solar de classe M-2 (média), uma tempestade de radiação S1 (menor) e uma espetacular ejeção de massa coronal (CME) - tudo no dia 07 de junho.
A grande nuvem de partículas formou um cogumelo e caiu de volta, cobrindo uma área de quase metade da superfície solar.
A sonda SDO registrou estas imagens em luz ultravioleta extrema, que mostram uma erupção muito grande de gás frio, algo bastante atípico.
Embora não dirigida diretamente à Terra, a ejeção de massa coronal está se movendo a 1.400 km/s, de acordo com modelos da NASA, e deverá ser detectada no final da noite do dia 8 e madrugada do dia 9, gerando auroras nas altas latitudes terrestres.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Surfistas, apaixonados e simpatizantes: entendam o mar

Prof. Elói Melo

Surfar não depende só de ficar em pé na prancha e aprender as manobras. Também é fundamental entender o mar e prestar atenção nos sinais enviados pela natureza.
Atualmente, há diversos sites que disponibilizam a previsão de swell e analisam as condições do mar - facilitandoa muito a vida das surfistas.
Mas o que é mesmo swell ? Para esclarecer as dúvidas de quem está dando os primeiros passos no esporte, consultei o professor Elói Melo, 56 anos, PHD em Ciências Oceânicas pela Universidade da Califórnia (EUA), pós-graduado em engenharia oceânica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Ele coordena o Laboratório de Hidráulica Marítima da Universidade Federal de Santa Catarina e é responsável por uma das bóias que fazem o monitoramento das condições do mar no Brasil. Surfista desde os 15 anos, ele esclarece tudo o que você sempre quis saber, mas nunca teve coragem de perguntar.

Qual é o melhor local para entrar e sair do mar?

O canal é o melhor local para entrar e o banco de areia, para sair.


Como reconhecer a vala, o banco de areia e o canal?

A melhor maneira de identificar é observando. A vala é o buraco escavado pelas ondas e pela corrente. Se houver uma vala, observe se ali há correnteza. Ficará mais fácil entrar por ali, que é um canal, que se forma com a água que vai da praia em direção ao mar, facilitando a vida da surfista. O banco de areia é onde as ondas quebram e indica que naquela região a profundidade é mais rasa.


Como se formam as ondas?

As ondas são geradas pelo vento nos oceanos. Para que se forme uma onda, é necessário que haja uma ventania, não necessariamente numa praia próxima ao pico. As ondas formadas dentro da zona de geração (região onde ocorrem as tempestades) são denominadas vagas. Depois de criadas, elas podem viajar por conta própria e ganham o nome de swell, ou ondulação.

Um exemplo de como elas podem viajar são as ondas na costa da Califórnia, que, às vezes, são geradas na Nova Zelândia e atravessam o Oceano Pacífico inteiro para chegar até a costa norte-americana.  Se a tempestade acontece próxima à costa, as ondas acabam rolando dentro da zona de geração e menos tempo o swell terá para se acertar, para chegar perfeito à costa.

O que determina o tamanho das ondas?

Quando elas ainda estão se formando no meio do oceano, três fatores determinam o tamanho: intensidade do vento, pois quanto mais vento, maiores ondas podem aparecer; a área do oceano sobre a qual o vento atua, também chamada de pista; e a duração do vento, ou seja, o tempo que ele atua e transfere energia na forma de ondas.

Ondas grandes são geradas por tempestades com ventos fortes, mas não um furacão, que passa rápido e não tem pista. Para que rolem ondas grandes, é necessário uma tempestade com ventos fortes no oceano, os chamados ciclones extratropicais, que duram cerca de dois ou três dias. O fundo só passa a fazer diferença quando as ondas estão próximas às praias e passam pela plataforma continental.

O que é swell?

Após serem criadas na zona de geração, as ondas normalmente viajam pelos oceanos e são denominadas swell, ou ondulação.


Como funciona a combinação entre swell e vento?

Os ventos estão em constante mudança, conforme o movimento do sistema atmosférico. Se uma tempestade de sul durar dois ou três dias, ela poderá sofrer influência de diversos tipos de ventos, que possivelmente variarão entre norte e nordeste. Só que nesse momento, os ventos não interferem mais porque o que importa é o momento em que a tempestade foi gerada.

Ou seja, o vento interfere no momento em que dissipa energia para gerá-las. O vento cria outras ondas e as primeiras seguem sua trajetória. Já nas praias, é preciso observar qual vento é favorável para fazer quebrar determinado pico e isso depende da posição geográfica da praia. Por exemplo: Maresias tem altas ondas com ondulação de sul e vento leste, porém em Ubatuba, esse mesmo vento deforma as ondas.

O swell de sul sempre traz onda para a costa brasileira em todos os picos?

Tudo depende da orientação da costa em relação à direção do swell. O litoral sudeste é muito bem posicionado geograficamente para receber as ondulações vindas do extremo sul. Geralmente, as tempestades ocorrem numa faixa entre 30º e 50º graus de latitude. Se analisarmos o Atlântico Sul, Florianópolis (SC) está a 27,5º graus de latitude. Ou seja, as tempestades rolam ainda mais para baixo, no que chamamos de Quadrante Sul, que é a região mais ao sul do Rio Grande do Sul, Uruguai e Argentina. Isso depende da praia estar bem posicionada para receber essas ondulações, além de não ter muito vento. Saquarema, por exemplo, na região dos Lagos (RJ), está otimamente posicionada para receber os swells vindos do sul, além do que, o vento Nordeste, que é dominante no Brasil, também é constante na região proporcionando excelentes ondas. Já no Ceará, onde a posição geográfica está voltada para cima, o swell de sul não influencia em nada as ondas da região. Para rolar onda lá, é necessário que a ondulação venha do Atlântico Norte. Por isso, nessa região, a época de ondas boas ocorre entre dezembro e fevereiro, quando é inverno no Hemisfério Norte. Por isso Fernando de Noronha é tão constante nessa época do ano, enquanto o restante do litoral do Brasil é dominado pelo flat.


O que é vento maral e terral?

O vento maral provém do mar para a terra. Esse vento gera ondas locais, as marolas, e acaba balançando o mar, deixando as ondas irregulares. Já o vento terral não gera onda e vai da terra em direção ao mar. O terral costuma deixar o mar liso.


É verdade que raio é sinal de que o mar vai abaixar?

Não há nenhuma explicação científica. As tempestades de verão, que geralmente são repletas de raios, não fazem onda porque os ventos fortes duram em média meia hora. E isso não faz o mar subir, pois é preciso de tempo para que as ondas subam.


Chuva diminui o tamanho das ondas?

A chuva não tem efeito significativo em relação as ondas.


O que determina o intervalo entre as ondas nas séries?

O período das ondas, que é o intervalo entre as duas ondas, é um fator importante e é preciso prestar bastante atenção nele. O período chega a ser até mais importante do que a altura das ondas e varia de 3 a 4 segundos, até 20 segundos em média. Quanto mais longo for o período, mais perfeitas serão as ondas, independentemente do tamanho. Para que rolem altas ondas, é preciso que uma tempestade atue numa área de oceano muito grande, por pelo menos dois dias. Na Indonésia, muitas vezes os períodos são de 18 a 20 segundos, por isso as ondas são tão perfeitas. Quando o período está entre 4 e 5 segundos as ondas tornam-se bagunçadas, mexidas.


Como funcionam as bóias? Quantas existem no Brasil?

A bóia é uma esfera metálica de um metro de diâmetro com 300 kg, fundeada em pontos estratégicos da costa com cabos e âncora. Ela balança quando as ondas passam e possui um equipamento eletrônico em seu interior que é capaz de dizer a altura da ondas quando elas passam por ela. O Laboratório de Hidráulica Marítima da Universidade Federal de Santa Catarina tem uma há 35 quilômetros da costa de Florianópolis. Ela possui uma antena que registra cerca de 20 minutos a cada hora e  envia as informações via rádio. Nós recebemos, processamos e disponibilizados em nosso site (www.lahimar.ufsc.br). Além do tamanho, ela também mede o período e a direção _as três informações básicas necessárias. Em Arraial do Cabo (RJ), também há outra bóia do Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira, que utiliza com o mesmo sistema.


E a maré, como influencia as ondas?

A maneira como a onda quebra depende da profundidade onde ela se encontra. Por exemplo, se for uma praia de perfil declinado, na maré seca as ondas quebrarão de uma maneira. Quando a maré encher, as ondas vão quebrar onde está mais raso, muda o ponto de arrebentação. Ou seja, o tipo da onda varia de acordo com o nível da água ocasionado pela maré.


A Lua influencia, por quê?

A Lua influencia totalmente na maré. Mas as ondas não têm nada a ver com isso, pois a Lua apenas controla as marés. Quando a Lua está cheia, o nível do mar sobe, mas se não tiver swell não vai adiantar nada. Só vai influenciar se a maré for grande. Na região sudeste, a variação é de pequena amplitude. Já no nordeste é preciso prestar mais atenção na maré. Boas ondas dependem de uma combinação de fatores e em algumas praias as ondas quebram melhores com a maré cheia.


Por que o mar fica de ressaca?

Porque acontecem as tempestades nos oceanos. Se ventos fortes atuarem por mais de dois dias, acontece uma tempestade que proporcionará uma ressaca no mar.


Frente fria sempre traz ondas grandes?

Para elas trazerem ondas grandes tem que ter ventos que atendam aos requisitos, como serem fortes e têm que ir na direção certa da costa. É uma coisa que não se pode afirmar. Mas, geralmente as frente frias evoluem para um ciclone extra-tropical, proporcionando as ondulações.


Uma onda perfeita depende de vento, fundo ou swell?

Depende se o swell tiver um período longo, com mais de dez segundos, se o vento local está favorável (terral ou vento fraco) e se a praia está numa posição geográfica favorável. Já ondas espetaculares precisam de um fundo com feições, como um canyon submarino, ou um morro submerso, que faça com que elas quebrem perfeitas. É uma combinação de fatores, não depende só de um deles. 


Como interpretar a previsão de ondas na internet

Waves (www.waves.com.br) - O site oferece um gráfico que disponibiliza a previsão das ondas durante cinco dias, além de mostrar o período, velocidade dos ventos e fotos das principais praias do Brasil para a prática do surf.
Lahimar (www.lahimar.ufsc.br) – Site do Laboratório de Hidráulica Marítima da Universidade Federal de Santa Catarina, responsável por uma das bóias encontradas em nosso litoral. 
Disk Surf (www.disksurf.com.br) – Oferece  previsão das ondas e ventos e ainda o serviço de atendimento ao surfista gratuito. Disponível em alguns Estados é só ligar e saber onda estão as melhores condições.
Inpe (tucupi.cptec.inpe.br/wam) – Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, que apresenta gráficos com a altura e direção das ondas e oferece a possibilidade de controlar o movimento e a velocidade do gráfico..

Como interpretar o gráfico do Waves Check

Na parte superior do gráfico você encontra um seletor representando os próximos cinco dias. O mapa representa as condições para o período destacado em vermelho no seletor. Há duas previsões para cada dia, uma referente às 9 horas e outra para às 21 horas. O mapa das condições do oceano é interativo, sendo possível deslocá-lo horizontal e verticalmente por intermédio das barras de rolagens, ou por intermédio do "zoom" abaixo do mapa.
O botão "animar" altera automaticamente o instante selecionado no seletor, representando a evolução das condições do oceano para os próximos dias. Há duas opções disponíveis de modelo. O modelo global simula os oceanos como bacias oceânicas planas e muito profundas, enquanto o modelo regional considera os efeitos de refração devido às variações da profundidade. Nos dois modelos podemos apresentar no mapa a altura significativa das ondas, o período médio e a intensidade dos ventos.
O primeiro gráfico abaixo do mapa apresenta a previsão para a altura, direção e período das ondas para os próximos dias, tendo como referência uma bóia "virtual" (simulação de presença de bóia) localizada próxima ao pico. O tamanho está apresentado em azul e sua escala fica à esquerda do gráfico. O período está assinalado em vermelho e sua escala está à direita do gráfico. O período das ondas corresponde ao intervalo de tempo entre as ondas. Quanto maior for o período, maior a possibilidade de ocorrer boas ondas.
Na parte inferior temos a direção do swell (ondulação) no início do dia. Para observar eventuais mudanças no decorrer do dia, passe o mouse sobre o gráfico e observe a direção do swell apontada pela bússola. Neste gráfico as regiões escuras representam o período noturno, enquanto o restante representa o período diurno. No segundo gráfico temos a evolução da intensidade e direção do vento para os próximos dias.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Beachionary – Mapas e descrições das praias no mundo


beachionary.com é um projeto com um grande objetivo: chegar a ser o maior diretório de praias no mundo todo.
Podemos ler detalhes sobre a estrutura existente em cada praia, ver opiniões, desfrutar de fotos.. tudo com a opção de dar nossas sugestões para ampliar o banco de dados do sistema.
Ainda que no momento não tem muitos dados incluídos, a facilidade de uso e o design limpo e intuitivo podem fazer do beachionary todo um sucesso na sua categoria.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Itacoatiara num feriadão de Abril

Depois de alguns anos, visitei uma vez mais a praia de Itacoatiara, aqui em Niterói. O mar forte, com ondas poderosas e um maciço crowd me lembraram dos velhos tempos... Bela praia, onde até os vendedores se destacam pela simpatia (Clique nas fotos para ampliar - a primeira dá quase um wallpaper, hun?).

Sim, concordo com você: Meu reino por uma prancha - e coragem para entrar!

domingo, 28 de março de 2010

Notícia do Surf em Itacoatiara


Itacoatiara, Niterói - RJ - Imagens Cristãs

 para Wellington, o precursor

Augusto Dia
permanece
seqüestrado
em poder
de Mar Oceano


Notícias não confirmadas
dão conta
de que o
resgate requerido
consiste em um
swell de nordeste, de 30 nós,
com 30.000 ondas de 3 metros,
seqüenciadas em séries de 3



E atenção:
um homem grisalho,
caucasiano, aparentando
ter entre 45 e 50 anos,
que se disse Negociador da Augusta
Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro
acaba de entrar na água
vestindo apenas um bermudão de tactel
e armado com uma prancha biquilha 6’3,
e um estranho ar de felicidade.

Mais notícias no Jornal das 20:00h.

Sammis Reachers

sábado, 7 de novembro de 2009

sábado, 8 de agosto de 2009

fotos para descontrair

Alaska Tundra in Autumn Glory Art Print
A Tundra do Alaska, em seu esplendor de Outono

Seals Poster
Beijo de mãe

Rincon Point Art Print
Sempre Califórnia... Os EUA possuem terra habitável!

Northern Humpback Whale Art Print
HIPER-MEGA-CAWA-BUNGA!!!!!!!!

http://img2.allposters.com/images/JAD/TALSP07.jpg
Rebocadores - e não são da Maersk!

Maui II Art Print
Maui, Havaí - Inevitável...

Pipeline Art Print
Falando em Hawaii, Pipeline - tem alguém voando ali
- será um niteroiense (Tâmega)?


Oranges on a Blue Table Art Print
Laranjas numa mesa azul caudal, sobre um mar anil,
no varandão do Sammi's Bar em Santorini...
(só servimos sucos, senhores)

Ballots de Coton Art Print
Fofos fardos de algodão - Ahh...

.
Silent Sentinals Art Print
Acho tais animais intimidadores, um dos seres mais intimidadores
da natureza - culpa de Jack London e seu Sol-Leks (d'O Chamado da Floresta)

Airplane Poster
As Máquinas de Morte exercem um estranho fascínio
- e isso me fala da Queda, do abismo em que Adão nos lançou...

Morrocan Tiles Art Print
Uma cena abstrata marroquina

Blue Fire Art Print
Optimus Prime?

Golf Course, HawaII Coast Poster
E pra fechar, mais Havaí - Golf Course

terça-feira, 5 de maio de 2009

Volcano boarding - Surf no vulcão















As encostas cheias de cinzas do Cerro Negro, no oeste da Nicarágua, estão se tornando marca registrada de uma nova modalidade de esporte radical, o "volcano boarding", entre os que gostam de aventuras. Sobre um pedaço de compensado de madeira em forma de trenó, os volcano boarders despencam pela encosta do vulcão ativo a velocidades de até 50 milhas por hora, algo como 80 km/h. Tudo é quente, empoeirado, e um tanto assustador - e doido o suficiente para ter graça.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

APNÉIA


Haja fôlego

Ter domínio da respiração e manter-se mais tempo debaixo d’água, com menor ansiedade e sem perder o controle. Este é o propósito da apnéia aplicada aos esportes aquáticos.
Para quem quer encarar as forças do mar, as ondas e a correnteza, desenvolver boas técnicas de respiração é muito importante. Aprender a dominar a respiração e se manter submerso por mais tempo pode, muitas vezes, salvar a vida de um atleta. A apnéia, que já é modalidade esportiva, é um grande aliado dos surfistas – de iniciantes a profissionais.
Mais comum entre os praticantes de tow-in – o surf em ondas gigantes, no qual o surfista é puxado por um jet-ski para entrar na onda em velocidade –, “A apnéia é um mecanismo que, bem encaixado nos treinamentos, além de fornecer um aumento de capacidade respiratória, oferece uma resposta fisiológica muito eficaz, ajudando a ter maior controle de ansiedade e maior capacidade de concentração”, explica Christian Dequeker, atleta recordista brasileiro e técnico de apnéia. No entanto, ela é mais comum entre os praticantes de tow-in – o surf em ondas gigantes, no qual o surfista é puxado por um jet-ski para entrar na onda em velocidade. A média que um surfista de ondas gigantes deve agüentar sem respirar é de cerca de três minutos para que a massa pesada de água da onda se disperse. Com o treinamento de apnéia é possível adquirir essa resistência e até mais, como o atual recordista de apnéia estática, o austríaco Herbert Nitsch, que ficou submerso por nove minutos e quatro segundos.
Nos treinamentos, são desenvolvidos diversos exercícios para simular o desgaste aos quais o atleta está sujeito dentro do mar. “A apnéia está presente em todas as fases do treinamento: musculação, natação, exercícios de remada e exercícios específicos”, explica o técnico. “Há muita intensidade de movimentos, freqüência cardíaca alta e necessidade de permanecer alguns bons segundos sem respirar”, conta. Se bem treinada, a apnéia é um exercício que só tem a acrescentar.

Algumas dicas de Christian para a prática segura da apnéia:

1 - Faça um exame médico e uma avaliação física. Isto é importante antes de iniciar qualquer tipo de treinamento.

2 - Nunca realize a apnéia sozinho, pois é extremamente perigoso. Faça no mínimo em dupla: enquanto um realiza, o outro vigia.

3 - Aos poucos, aumente o tempo de bloqueio e, de vez em quando, realize uns tempos curtos de respiração, na seqüência apnéia, sem esforço extremo.

4- Fique atento aos estímulos para voltar a respirar. Não ultrapasse seus próprios limites.

Fonte: http://www.boardsports.com.br

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Skin Surf

Surfar na capa d'água, surfar no espelho d'água, surfar na direção contrária: surfar onde e como for possível...




quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Um poema sobre o surf




Surfista

De pé na frágil tábua
onda a onda ele escrevia
poesia sobre a água.
Era uma escrita tão una
de tão perfeita harmonia
que o que ficava na espuma
não se podia apagar:
era a própria grafia
do poema do mar.

Manuel Alegre
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