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sábado, 9 de junho de 2012

Titan Arum, a maior flor do mundo



A menina prende a respiração ao lado de uma flor Titan Arum (Amorphophallus titanum).

A flor gigante é fedorenta, tem cheiro de carne podre, e floresceu espetacularmente, chegando à altura de 2,57m.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Botânicos reúnem numa lista todas as espécies de plantas conhecidas


Helena Geraldes 

Legumes, musgos, rosas e mesmo as ervas mais simples fazem parte da lista mais completa de sempre das plantas conhecidas para a ciência. A base de dados, com mais de um milhão de nomes, está terminada, revelaram hoje os jardins botânicos de Kew e do Missouri, instituições de referência mundial em biologia vegetal.

A Lista das Plantas, que será atualizada, inclui 1,25 milhões de nomes científicos de plantas. Destes, cerca de 300 mil são nomes já aceites e 480 mil são sinónimos. Para os restantes 260 mil nomes ainda não há certezas suficientes e há que investigar mais. 

“Todos os nomes válidos publicados para as plantas, ao nível das espécies, foram incluídos na Lista das Plantas. A maioria são sinónimos e nenhum nome foi apagado”, disse Peter H. Raven, director do Jardim Botânico do Missouri, em comunicado.

Stephen Hopper, director dos Jardins de Kew, considera que esta lista “é crucial para planear, implementar e monitorizar os programas de conservação das plantas de todo o mundo”.

Sem nomes específicos, a tarefa de compreender e comunicar o cenário botânico do planeta seria um “caos ineficiente, que custaria muito caro”, revelam os Jardins de Kew, em comunicado. Assim, a lista permite ligar os diferentes nomes científicos utilizados para uma espécie em particular e relacionar as espécies a publicações científicas para ajudar os investigadores.

Os botânicos ingleses e norte-americanos começaram a trabalhar nesta lista em 2008, comparando as famílias de plantas registadas pelos Jardins de Kew e o sistema Trópicos, um banco de dados alimentado desde 1982 pelos Jardins do Missouri, com cientistas a trabalhar em 38 países.

“Nas últimas décadas, estas duas instituições de referência têm feito um investimento extraordinário para identificar espécies à escala global e para construir uma rede de avaliação mundial da diversidade vegetal”, comentou Helena Freitas, directora do Jardim Botânico da Universidade de Coimbra. As duas conseguiram “chegar a um número bastante realista” e cientificamente válido sobre o número de espécies, acrescentou ao PÚBLICO, salientando a “promoção da ideia da importância das plantas como base das cadeias alimentares”.

Em Outubro, os 193 países membros da Convenção sobre a Diversidade Biológica reunidos em Nagoya, no Japão, decidiram criar até 2020 um banco de dados online de toda a flora conhecida no planeta.

Uma em cada cinco plantas no mundo está ameaçada de extinção, revelou em Setembro um estudo da União Internacional da Conservação da Natureza (UICN).

Fonte: Público - Portugal

A lista pode ser acessada em www.theplantlist.org

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Licuri, tão bom quanto o açaí



A fama não é a mesma, mas a qualidade nutricional do fruto do licuri, uma palmeira típica do sertão nordestino, é muito semelhante à do açaí, uma palmeira amazônica e que tanto sucesso faz como suplemento alimentar num mercado consumidor crescente em todas as regiões do país: o de produtos orgânicos, naturais e ecológicos. Os percentuais de minerais na composição da polpa do pericarpo dos coquinhos das duas espécies, são característicos de um alimento saudável, que tem um público cativo entre os praticantes de esporte ou pessoas submetidas a rotinas em jornadas de trabalhos cansativos e estressantes.


De acordo com o engenheiro agrônomo José Barbosa dos Anjos, pesquisador da Embrapa Semiárido, no licuri são encontrados zinco, potássio e fósforo em quantidade maior do que no açaí. No caso do cálcio e do ferro, os teores registrados no fruto da Amazônia são levemente superiores. O efeito nutricional da ingestão de polpa de licuri ou de açaí é praticamente o mesmo, garante. 

EXTRATIVISMO


Mas, ao contrário do açaí, que é comercializado nos quatro cantos do país, graças a um trabalho de marketing, o licuri é uma polpa ainda por ser "descoberta" até mesmo na sua área de ocorrência natural: norte de Minas Gerais, passando por toda a porção oriental e central da Bahia, até o sul de Pernambuco, abrangendo ainda os Estados de Sergipe e de Alagoas. 

Nesta região, predomina a exploração extrativa da palmeira por grande contingente de agricultores familiares. O trabalho extenuante, de percorrer longos caminhos no meio da vegetação nativa e pastagens para colher os cachos com os frutos, continua no terreiro das casas com a quebra dos coquinhos para a retirada das amêndoas que são levadas para a venda em feiras livres.

A opção mais viável economicamente seria a remoção da polpa, um subproduto do pericarpo dos frutos do licuri, antes de levar os coquinhos para secar nos terreiros.

A maior parte da colheita – cerca de 90% - é adquirida por atravessadores vinculados a grandes compradores que vendem para indústrias processadoras de óleo para produção de saponáceos e cosméticos, localizadas nos municípios baianos de Caldeirão Grande, Miguel Calmon, Nazaré, Santo Antonio de Jesus, Feira de Santana e Senhor do Bonfim.

Segundo Barbosa, o rendimento da extração manual de coco licuri é muito baixo para os agricultores. Em tese, eles recebem R$ 1,00/kg de amêndoas da mão dos atravessadores que repassam para os grandes armazéns ao valor de R$ 1,10/kg. No entanto, na prática, o que se vê é a compra pelo preço médio de R$0,80/kg e, muitas vezes, por montante abaixo desse valor.

A precariedade dos negócios formados em torno da palmeira se estende à venda da casca destinada a cerâmicas como fonte de calor primário na produção de tijolos e telhas. Em 2008, o preço recebido pelo comércio desse co-produto da palmeira chegou a R$ 15,00/ton. No ano seguinte, 2009, o valor subiu para R$ 28,00/ton.

VALORIZAR

O comércio em torno dessa palmeira, ainda que revele uma atividade marcadamente de subsistência, produz reflexos positivos nos indicadores socioeconômicos na região. O extrativismo gera alguma renda e empregos.

O pesquisador, porém, considera as muitas possibilidades comerciais promovidas por associações de agricultores, organizações não governamentais e pequenos empreendedores locais, com a transformação do licuri em produtos alimentícios. As qualidades nutricionais da polpa equivalentes ao açaí já são um grande apelo comercial para a planta nativa do semiárido, afirma.

Nos últimos dois anos, Barbosa coordenou o projeto Estratégias de aproveitamento dos co-produtos do coco ouricuri na alimentação humana e animal, que fez avaliações do licuri como ingrediente na preparação de alimentos, de óleo, de fonte energética, bebida, sabonetes, sabões, detergentes e picolés. 

Neste trabalho, financiado pelo Instituto de Desenvolvimento da Região do Sisal (IDR Sisal), foram feitas avaliações técnicas de pré-processamento e a geração de co-produtos como a polpa do pericarpo dos frutos de licuri para consumo in natura e suco pasteurizado. A amêndoa, sem o tegumento é pré-processada para adquirir a cor branca, pode ser colocada para enfrentar a concorrência com produtos similares elaborados à base de coco (Cocos nucifera L.) na culinária, garante.

É uma matéria prima que pode ser beneficiada ao nível de propriedade agrícola, ou de comunidades urbanas. Ao agregar valor ao fruto da espécie nativa, além de ter ampliada a sua valorização, até por ser de origem orgânica, fortalece e confere sustentabilidade a um negócio extrativista que se expande por extensa área do semiárido brasileiro, em especial o território baiano.

PARA SABER MAIS

Clique aqui e baixe a Cartilha Licuri, publicada pelo Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia (arquivo PDF) 

MAIS INFORMAÇÕES

Pesquisador José Barbosa do Anjos 
E-mail: jbanjos@cpatsa.embrapa.br
Telefone: (87) 3862-1711 
Fax: (87) 3862-1744

FONTE

Embrapa Semiárido
Marcelino Ribeiro - Jornalista
João Marques – Estagiário
Telefone: 87 3862-1711

Links referenciados

Estratégias de aproveitamento dos co-produtos do coco ouricuri na alimentação humana e animal
www.cpatsa.embrapa.br/cpatsa/imprensa/no
ticias/projeto-da-embrapa-estuda-formas-
de-aproveitamento-do-ouricuri-por-agricu
ltores-familiares

Instituto de Desenvolvimento da Região do Sisal
www.idrsisal.org.br

jbanjos@cpatsa.embrapa.br
jbanjos@cpatsa.embrapa.br

José Barbosa do Anjos
buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visual
izacv.jsp?id=K4721916T0

Embrapa Semiárido
www.cpatsa.embrapa.br

Marcelino Ribeiro
marcelrn@cpatsa.embrapa.br

João Marques
joaodvalente@hotmail.com

Clique aqui
portal.mec.gov.br/setec/arquivos/pdf/car
tilha_licuri.pdf


Fonte: http://www.agrosoft.org.br

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Mercado de flores e plantas cresce 15% ao ano e movimenta R$ 3,8 bilhões no País


A comercialização de flores e plantas no Brasil vem registrando um crescimento entre 12% e 15% ao ano, bem acima da média da economia nacional, e deve alcançar R$ 3,8 bilhões em 2010. A previsão é do engenheiro agrônomo e especialista em Inteligência Comercial para a horticultura Antônio Hélio Junqueira, que fez uma análise do cenário e das perspectivas para o segmento de flores e plantas ornamentais no Brasil, no dia 13 de outubro de 2010, durante o Fórum de Floricultura, realizado pelo Sebrae no Rio Grande do Norte, na Festa do Boi, no Parque Aristófanes Fernandes, em Parnamirim (RN).


Na avaliação de Hélio Junqueira, a floricultura está se tornando um setor cada vez mais pujante, sobretudo devido ao crescimento da comercialização de flores e folhagens de corte, flores envasadas e mudas de plantas destinadas ao paisagismo e à jardinagem. Do total movimentado no setor, 50% correspondem a esse último segmento, aquecido pela área de construção civil, com o surgimento de novos condomínios e prédios. Outro viés do crescimento do setor é o planejamento urbano em cidades que serão sede da Copa do Mundo em 2014, como é o caso de Natal (RN).

TECNOLOGIA

A região Sudeste é a maior produtora de flores e plantas, seguida do Sul e do Nordeste brasileiro. O Estado de São Paulo detém 60% do valor comercializado no País. Em segundo lugar vem o Estado de Minas Gerais, seguido pelo Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Junqueira lembra que a floricultura exige investimentos em tecnologia por ter uma produção com foco no mercado. O produtor tem que produzir para atender ao mercado em datas específicas. "Tem que se programar muito bem para ter o produto naquela data de consumo. Para isso, é necessário usar tecnologia de irrigação e sombreamento, além de procurar cultivar as variedades certas", ensina.

O Brasil tem um grande potencial de crescimento na floricultura. Enquanto nos países europeus se consomem em média U$ 70 a U$ 100 per capita por ano, no Brasil o valor não passa de U$ 11 per capita, devido à falta de hábito de consumo. Hélio Junqueira disse que a tendência é que a produção do Nordeste atenda aos polos regionais com as flores tropicais, plantas envasadas, como hortênsia e zínia. No segmento de paisagismo há um grande potencial para se utilizar cactos, palmeiras, abacaxis ornamentais, bromélias, orquídeas nativas, antúrios, plantas aptadas às condições climáticas e de solo do Nordeste.

CATÁLOGO

Sócio-proprietário da Hórtica Consultoria e Treinamento, Junqueira orienta os interessados em investir na atividade a pesquisar o mercado, identificando para quem vender, como chegar a esse cliente e saber o que ele deseja comprar. Ou seja, conhecer o mercado. Em seguida, o empreendedor deve fazer um plano de negócios para saber quanto investir, em quanto tempo terá o retorno financeiro, qual a renda, se vai precisar de empregados e os insumos necessários.

O consultor defende o associativismo como uma forma de viabilizar a comercialização. "Porque produzir é fácil. Comercializar e entregar o produto é que é mais complicado", acredita. Para minimizar a resistência que algumas pessoas têm às flores tropicais, Hélio Junqueira acredita que é preciso criar uma cultura de consumo, através da valorização das flores com ações educativas, como utilizá-las em eventos importantes e em espaços como igrejas. "Um bom exemplo é o dos produtores de Belém, que utilizaram as tropicais na procissão do Círio de Nazaré, dando um novo status á flor", lembra.

Hélio Junqueira participou do lançamento do Catálogo das Flores e Plantas Ornamentais do Rio Grade do Norte, na noite do dia 13 de outubro, no Parque Aristófanes Fernandes. A sua empresa, Hórtica Consultoria e Treinamento, coordenou junto com o Sebrae a realização do Diagnóstico da Cadeia Produtiva da Floricultura da Grande Natal e assessorou a elaboração do catálogo recém lançado.

O diretor superintendente do Sebrae no Rio Grande do Norte, José Ferreira de Melo Neto destacou a elaboração do catálogo de flores como uma grande conquista dos produtores que fazem parte do projeto da instituição, que tem importantes parceiros como a cooperativa Potyflores. "O cultivo de flores é um negócio rentável e tem tudo para se tornar um arranjo produtivo de destaque no setor do agronegócio", acredita. 

O diretor técnico, João Hélio Cavalcanti, afirma que o projeto inaugura uma nova fase da atividade, ante as oportunidades que surgem do mercado consumidor. "O setor tem avançado bastante, gerando mudanças importantes, tanto em termos de produtividade como de renda para o produtor", finalizou João Hélio.

MAIS INFORMAÇÕES

Central de Relacionamento Sebrae
Telefone: 0800 570 0800

PARA SABER MAIS



FONTE:
Alberto Coutinho - Jornalista
Telefone: (84) 3616-7910

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Os 3 jardins mais importantes da história


O belo sempre nos encanta. Nossos olhos são atraídos pelo paisagismo dos belos jardins que estão engrinaldados de flores. Tenho a convicção que você já sentiu este encantamento ao visitar um “stand” de um belo apartamento, que em sua estrutura contava com belos jardins e um lindo paisagismo. A Bíblia também fala de alguns jardins. Nesta reflexão destacaremos os três mais importantes: 

1. O jardim do Éden (Gn 1-3).
A história da humanidade começa num jardim, o jardim do Éden. Lá nossos primeiros pais viveram na inocência, desfrutando de todas as belezas daquele jardim. Naquele jardim desfrutavam de plena e intima comunhão com Deus. Naquele jardim, não havia dor nem tristeza. Tudo era belo e encantador. O pecado, porém, entrou no mundo por meio de Adão. Ele desobedeceu a Deus, e toda a raça humana caiu nas teias do pecado. Adão foi expulso do jardim e viu a terra produzir espinhos, viu sua mulher dar à luz com dores e viu o trabalho, até então deleitoso, tornar-se penoso.
O jardim do Éden foi perdido, e a raça humana mergulhou numa história de rebelião, tristeza e morte. O pecado de Adão o separou da natureza, de si mesmo, do próximo e de Deus. O pecado trouxe transtornos na natureza, nos relacionamentos humanos, bem como na relação com Deus. A partir da entrada do pecado no mundo, a história está marcada por lágrimas, doença, sofrimento e morte.


2. O jardim da Cidade Celeste (Ap 21 – 22).
A história da humanidade terminará num outro jardim, o jardim da Cidade Celeste. O jardim perdido será restaurado. Lá não entrará nenhuma maldição. Lá o pecado não penetrará suas portas. Lá as lágrimas serão enxugadas. Lá o sofrimento, a doença e a morte não entrarão. Nesse jardim, não haverá noite, pois o Cordeiro de Deus é a sua lâmpada. Nesse jardim, o rio da água da vida vai fluir do trono de Deus. Nesse jardim, os que foram expulsos por causa do pecado, e agora estão lavados pelo sangue do Cordeiro e vestidos de vestiduras brancas, entoarão um novo cântico àquele que está assentado no trono.
Nesse jardim reconquistado, teremos um novo corpo, cheio de glória, semelhante ao corpo de Cristo. Neste jardim, viveremos e reinaremos com Cristo pelos séculos dos séculos. Ninguém poderá nos separar uns dos outros nem nos afastar da presença daquele que nos deu vida abundante e eterna. Nesse jardim, as belezas mais esplêndidas da terra serão figuras opacas diante do seu exuberante esplendor.

3. O jardim do Getsêmani (Mt 26.36-46).
A história da humanidade revela que entre esses dois jardins, o jardim do Éden e o jardim restaurado, há o jardim da agonia, o jardim do Getsêmani. É pela desolação, pelo sofrimento e sacrifício vicário de Cristo, pela indescritível angústia no Getsêmani, que o “rio da vida límpido como cristal”, corre nesse jardim restaurado. Sem o Getsêmani, não haveria a Nova Jerusalém.
O apóstolo Paulo diz: “[...] quando éramos inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte do seu Filho [...]” (Rm 5.10). No jardim do Getsêmani, Jesus enfrentou solidão. Ali ele ficou sozinho quando travou a mais terrível batalha do universo. Ali Ele suou sangue quando resoluta e voluntariamente se entregou por nós. No Getsêmani, a antiga serpente, que enganou Eva no jardim do Éden, teve sua cabeça esmagada. Ali Jesus aceitou de bom grado o cálice amargo, de se fazer pecado e maldição por nós, ao sofrer a dolorosa e maldita morte de cruz em nosso lugar.
Ali, o Cordeiro de Deus, não levou em conta a ignomínia da cruz por saber que a alegria que lhe estava proposta, a alegria de nos salvar e nos reconduzir de volta ao jardim de Deus, o jardim restaurado da Jerusalém celestial. A Bíblia diz que onde abundou o pecado, superabundou a graça. Pela sua morte, Cristo trouxe vida; pelo seu sacrifício, redenção. Agora, por meio do seu sangue, temos livre acesso à presença do Pai e, quando da sua vida, entraremos no jardim restaurado de Deus, onde estaremos para sempre com Ele. Aleluia!

Nele, Pr Marcello 
in http://www.davarelohim.com.br

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Flores, caules & raízes: algumas fotos recentes

Algumas fotos recentes, tiradas aqui em Niterói (Moinho Atlântico/Santa Bárbara). São de uso livre para seu blog, site, apresentação, publicação, etc.

Amarelo nas raízes, ou A Resistência






Caules diversos

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Livro reúne informações sobre 16 espécies frutíferas do Centro-Oeste

O que fruteiras como o pequi, o araçá, o murici e a gabiroba têm em comum? Essas e outras 12 espécies frutíferas de ocorrência nos biomas Cerrado e Pantanal foram selecionadas e reunidas no livro Frutas nativas da Região Centro-Oeste do Brasil, por apresentarem maior possibilidade de exploração sustentada, com base em seu potencial econômico, nutricional, social e ambiental, bem como pela perspectiva de fomentar seu uso pelo pequeno agricultor e por comunidades rurais.

Editada pela Embrapa Informação Tecnológica (Brasília/DF) em parceria com a Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (Brasília/DF), a obra é resultado do esforço de um grupo multidisciplinar de pesquisadores que realizou ampla revisão técnico-científica das espécies de fruteiras nativas de maior ocorrência nos estados da Região Centro-Oeste.

A seleção das 16 espécies partiu de consultas participativas feitas a profissionais de diferentes áreas técnicas e de várias instituições governamentais, privadas e não governamentais.

Os 17 capítulos do livro são ricos em ilustrações e oferecem ao leitor a oportunidade de conhecer as áreas de ocorrência geográfica de cada uma das espécies, seus aspectos ecológicos, as formas de uso – a exemplo do preparo de sucos, doces, geleias, farináceos, óleos, etc. –, o valor nutricional, as informações sobre cultivo, a tecnologia e os processamentos pós-colheita, além de informações socioeconômicas e referentes aos recursos genéticos, como variabilidade e erosão genética e conservação de germoplasma.

"PLANTAS DO FUTURO"

As espécies de fruteiras que compõem o livro podem ser consideradas "plantas do futuro", tanto por seu grande potencial de aproveitamento alimentar e nutricional quanto por apresentarem uma alternativa importante para a agricultura familiar.

As 16 espécies descritas na obra são: abacaxi-do-cerrado, araçá, araticum, baru, buriti, cagaita, cajus do cerrado, coquinho-azedo, gabiroba, jatobá-do-cerrado, jenipapo, mangaba, maracujá-do-cerrado, murici, pequi e pera-do-cerrado.

COMO ADQUIRIR
Livro: Frutas nativas da Região Centro-Oeste do Brasil
Venda: Livraria Embrapa
Preço: R$ 30,00

FONTE: Embrapa Informação Tecnológica
Via http://www.agrosoft.org.br

sábado, 26 de junho de 2010

Moringa Olífera: uma planta de múltiplo uso, verdadeiro milagre da natureza



A Moringa é uma hortaliça arbórea, uma espécie ainda pouco conhecida, mas pode tornar-se dentro em breve uma das mais valiosas plantas em termos humanitários. A planta tem diversas utilidades, produzindo óleo, madeira, papel, sombra e combustível líquido. 



As sementes de moringa, quando maceradas e misturadas à água barrenta de açudes, têm a capacidade de agregar as impurezas contidas na mesma, transformando-a em alguns minutos, em água limpa e própria para o consumo humano. É um processo natural de floculação de baixo custo e extremamente importante para as regiões secas do Nordeste, em que a disponibilidade de água potável é escassa ou totalmente inexistente.
Em alguns países, como os da África, quase todas as partes da planta (folhas, frutos e raízes) são utilizadas na alimentação humana.



As folhas são nutritivas, com um elevado teor de vitamina A, cuja carência é muito alta na dieta alimentar das populações de baixa renda. A inclusão das folhas de moringa na merenda escolar poderá contribuir para reduzir sensivelmente a carência dessa vitamina na alimentação infantil.
Os frutos frescos são comercializados em diversos países da Europa. Frutos em conserva são exportados da Índia para países ocidentais.
A moringa é considerada uma alternativa alimentar estratégica em países em desenvolvimento, pois trata-se de uma planta perene, resistente à seca, pouco exigente quanto à qualidade do solo e pouco susceptível a doenças.

Para uso em sistemas agro-florestais, a moringa é também excelente alternativa, pois seus ramos podem ser facilmente podados para regular os efeitos da sombra sobre as culturas consorciadas. A sua copa aberta já permite abundante passagem da luz solar para essas culturas, principalmente tratando-se de hortaliças, que se beneficiam de níveis não muito altos de sombra.

A propagação da moringa pode ser feita por meio de sementes ou estacas. As sementes podem ser plantadas diretamente no local definitivo ou em sementeira, sem necessidade de nenhum tratamento prévio para viabilizar a germinação. A planta requer poucos tratos culturais e dependendo das condições climáticas, cresce rapidamente até uma altura de 4 metros. Em condições favoráveis, uma única planta pode produzir de 50 a 70 kg de frutos/ano, sendo a abundância de luz solar o principal fator para o seu desenvolvimento.

Como usar a semente de moringa para purificar a água

• 1- Lave bem as mãos, limpando com cuidado as unhas.
(Isso é muito importante para evitar a transmissão de bactérias e doenças).
• 2- Separe três sementes de moringa para cada litro d'água que você deseja purificar.
(Para uma lata grande de vinte litros d'água, use sessenta sementes de moringa).
• 3- Retire as cascas das sementes, uma por uma, e coloque o miolo em um pilão e amasse todas.
(É importante que o miolo das sementes sejam bem amassadas como se faz com o tempero da comida).
• 4- Jogue o conteúdo do pilão na água que você quer purificar e mexa lentamente o líquido durante 5 minutos.
(É nesse instante que a moringa começa a purificar a sua água).
• 5- Cubra a lata e espere durante duas horas até que a água fique bem limpa e todo o barro e a sujeira vá para o fundo da lata.
(Você vai ver como toda a sujeira desce para o fundo da lata).
• 6- Bem devagar, retire com um caneco, a água limpa que fica em cima e coloque em um pote ou jarra.
(A água está pronta para ser usada na cozinha ou mesmo para beber).



ORIGEM
É uma árvore originária da Índia. Nasceu em uma região seca como a do sertão do Brasil , onde chove pouco e durante período curto do ano.

NOME CIENTÍFICO
É uma planta da família Moringaceae e os cientistas a conhecem como Moringa oleifera, porque ela também produz muito óleo. 

NOMES POPULARES
Em alguns lugares do nordeste é conhecida como Lírio-Branco e Quiabo de Quina, em inglês, é chamada de Drumstick (Baqueta) devido ao formato que lembra o Bastão de bater o tambor. 



CARACTERÍSTICAS
• É uma plnata perene (que dura muitos anos, não acaba) que atinge cerca de 10 metros de altura. As flores são perfumadas, de cor branca ou bege, pintadas de amarelo na base;
• O fruto é uma espécie de vagem normal, que tem duas faces;
• As sementes, sempre em grande número por fruto, têm quase 1 centímetro de diâmetro e, são aladas. 

VALOR NUTRITIVO
O conteúdo de vitamina a nas folhas é de 23 mil ui (unidades internacionais) por 100 gramas de folhas maduras, o maior dentre os vegetais comestíveis. só para se ter uma idéia da importância desse conteúdo, o brócolis possui 5 mil ui e a cenoura 3.700. as folhas da moringa são boa fonte de fósforo, cálcio, ferro e vitamina c contém também cerca de 27% de proteínas. 

USO MEDICINAL
Todas as partes da moringa são usadas na medicina popular da ásia, áfrica e américa central, apesar de que ainda poucas das propriedades alardeadas foram comprovadas cientificamente. Sabe-se que as folhas e as sementes possuem propriedades antibacterianas, e que a vitamina a associada a outras vitaminas combate os radicais livres, moléculas derivadas do metabolismo, que prejudicam as células provocando o envelhecimento. Os usos mais citados da moringa são para as doenças da pele, sistema digestivo e doenças nas articulações. 

USO ALIMENTÍCIO
Nos continentes Asiático e Africano, a utilização como alimento é bastante antiga. Na América Central também há certa tradição. As receitas são inúmeras. Na Indonésia, por exemplo, consome-se o arroz com sopa ou molho de folhas de moringa. Em Timor, há um prato muito apreciado chamado "makansufa", que significa refeição de flores. As flores de moringa são fritas em óleo de coco e imersas em leite de coco, para serem consumidas com milho ou arroz. Nas Filipinas, folhas novas são transformadas em puré para alimentar crianças. Na Etiópia, as folhas temperadas e cozidas são utilizadas em mistura com batatas e tomates. Os frutos podem ser consumidos em conservas. Em Bombaim, na Índia, há uma fábrica que exporta para países ocidentais enlatados de drumsticks. Em alguns países as folhas servem para alimentação animal. No Brasil, sabe-se há pouquíssimo tempo, que a moringa é comestível. A espécie está sendo vista como alternativa alimentar estratégica. Em algumas escolas de regiões carentes estão usando folhas da moringa na merenda escolar. Segundo
relatos de professores, o rendimento dos alunos melhorou. No instituto de parmacultura da Bahia, em Salvador, tem-se usado a farinha das folhas secas para alimentar crianças em substituição à farinha de mandioca. 

OUTROS USOS
A árvore é muito ornamental, florescendo quase o ano todo. Em alguns lugares são usadas como cercado vivo. Das sementes, é feito um óleo que pode servir para fixar fragrâncias florais. Antigamente foi muito usado para lubrificar relógios e cronômetros. 

PLANTIO
É pouco exigente quanto ao solo, porém, não resiste muito a alagamentos prolongados. A produção de mudas pode ser por sementes ou estacas. Plantadas em saquinhos individuais, aos dois meses já podem ir para o campo. Também se reproduz facilmente a partir de galhos de plantas adultas, apresentando-se por este método, um crescimento mais rápido. A planta precisa sobretudo de muito sol. 

PRODUÇÃO
A partir de sete meses, a planta pode frutificar timidamente, mas, após dois anos, produz mais de 600 frutos anualmente. em relação às folhas, ela rebrota vigorosamente após as podas feitas constantemente. Em regiões muito secas, perde as folhas nos períodos de estiagem, mas, se for irrigada, mantém a folhagem o ano todo. 

HABITAT
É nativa da índia. hoje em dia, pode ser encontrada em todas as regiões subtropicais do mundo.

Fonte: http://www.moringa.org

sexta-feira, 28 de maio de 2010

domingo, 13 de dezembro de 2009

Conheça a Quinua Real, o cereal do século XXI




Seu nome botânico é Quinoa, palavra de origem Quéchua que significa "mãe dos seres humanos".
A Quinua Real (ou Quinoa) é fonte de proteína de alto valor biológico (23%), pois contém todos os 20 aminoácidos que o corpo necessita, dos quais 10 são essenciais (aminoácidos que não são produzidos pelo organismo). Entre estes, destacam-se em níveis altos, a metionina e a lisina, que melhoram a imunidade, a capacidade de aprendizagem e a memória.  Excelente alimento para quem pratica exercícios físicos e busca um corpo mais bonito.
Além de ser fonte de proteína de alta qualidade, é pobre em gordura, fonte de energia (carboidrato) e possui quantidades significativas de fibras, ferro e cálcio quando comparada a outros tipos de cereais.
Comparativo com outros alimentos:

Componente
Quinua
Arroz
Milho
Trigo
Aveia
Centeio
Cevada
Proteína
g/100g
14.16
7.69
10.67
11.72
8.20
10.40
9.50
Gordura
g/100g
5.73
2.20
4.30
2.08
5.60
1.20
1.60
Carboidrato
g/100g
59.85
81.30
69.58
70.75
62.60
 68.90
73.80
Fibra g/100g
5.10
0.05
1.68
2.65
8.70
3.40
1.70
Ferro mg/g
10.90
2.60
0
3.30
5.30
5.80
3.70
Cálcio mg/g
66.60
23
150
43.70
88
54
38
Indicada para todas as idades e faixas de peso, atua na prevenção e tratamento de diversas doenças como anemia, doenças do fígado, osteoporose, doenças cardiovasculares, depressão, etc.
O cereal não possui glúten (proteína encontrada no trigo), sendo, portanto uma ótima alternativa na alimentação dos celíacos (pessoas com intolerância e alergia ao glúten).
Pode ser encontrada na forma de grãos, farinha e flocos. Os grãos são arredondados e sua textura é macia.

 A diferença entre a Quinua e a Quinua Real

A Quinua é um grão redescoberto recentemente, que pertence à família das chenopodiáceas, assim como o Amaranto e a Canháua. Esses grãos eram a base da alimentação durante o Império Inca, junto com o milho e a batata. O cultivo da Quinua iniciou a mais de 5.000 anos na cordilheira dos Andes.
Existem mais de 17 variedades de Quinua, que crescem no nordeste do Equador ao sul da Bolívia. Porém, a Quinua que tem maior demanda no mundo é a variedade Real. Comparada com outras variedades de Quinua, ela mostra maior conteúdo de proteínas, mais saponina, os graos são mais claros e maiores. É cultivada de Challapata a Llica no sul do altiplano boliviano, ao redor do salar de Uyuni. No centro dessa geografia da Quinua estão localizadas as salinas de Garci Mendoza, onde a Quinua é o único produto agrícola capaz de sobreviver às duras condições de clima e solo. O solo lá é alcalino, com temperaturas médias baixas durante o ano e pouca água.

Com tantos benefícios vale a pena experimentar, não acha?



 


Fontes: http://bbel.uol.com.br/dieta-e-corpo/post/o-poder-da-quinua-real.aspx , http://www.quinuareal.com.br

sábado, 15 de agosto de 2009

O SHOW DA BIODIVERSIDADE





O shoebill (Balaeniceps rex) é uma cegonha diferente, de bico muito grande, encontrada nos pântanos tropocais do leste da África. Ela tem, em média, 4 pés de altura, cerca de 1,5 metro, com envergadura de asa de mais de sete pés, ou 2,3 metros. A espécie só foi descoberta por ornitólogos no século 19.


Uma belíssima estrela-do-mar pink gruda no vidro de um aquário do shopping mall de Dubai, Emirados Árabes Unidos.





As flores da orquídea-mosca não só se parecem com moscas, como também produzem um essência que imita os feromônios (hormônios sexuais) das fêmeas do inseto. Moscas machos apaixonados tentam acasalar com as flores, e as polinizam antes de perceberem o engano.













terça-feira, 23 de junho de 2009

A pimenta mais quente do mundo e outras curiosidades

Curiosidades Sobre Pimentas

Naga Jolokia, a violenta

Eis aqui alguns fatos curiosos sobre as pimentas do gênero Capsicum:

- O 1º europeu a provar pimentas foi Cristóvão Colombo. Ele levou para a Europa diversas plantas desconhecidas como o fumo, a pinha (fruta de conde), abacate, etc. Em seus registros ele escreveu: “Naturalmente não trago nenhuma das especiarias das Índias como o cravo, a canela, o gengibre e a cara pimenta negra, mas trago um monte de Aji, que é a pimenta deles, e é muito mais valiosa que a pimenta negra”.
A palavra Aji ainda hoje é usada pelos povos de língua espanhola da América do Sul para designar algumas variedades de pimentas.

- A pimenta “arde” porque possui um alcalóide chamado capsaicina, produzido por glândulas situadas próximas às sementes dos frutos. Essa substância ao se unir a receptores celulares específicos causam a sensação de ardência. Os pássaros, por não possuírem esses receptores, são imunes à capsaicina, podendo comer pimentas á vontade, contribuindo na natureza para a disseminação das sementes, que passam imunes por seu tubo digestivo.

- O nome Cumari em tupi, significa “o prazer do gosto”, e teria um significado semelhante ao de “tempero” em português.

- A pimenta já era usada pelos povos pré-colombianos como remédio para diversas doenças. Hoje, os estudos científicos comprovam os efeitos benéficos da capsaicina, que está sendo usada como ingrediente de diversos medicamentos, desde os usados na cura de enxaquecas, até na prevenção do câncer.

- Na ilha de Marajó, no norte do Brasil, a pimenta também é usada como arma de caça. O Turu é um molusco que vive em troncos de arvores caídos, e é o prato predileto do Macaco-do-mangue. Sabendo disso, os caçadores capricham na pimenta sobre os bichinhos. Ao comerem o turu apimentado os macacos ficam desnorteados com o ardor, tornando-se presa fácil.

Recordes Apimentados :

- A maior pimenta
Segundo o Guinness Book, a maior pimenta do mundo é a NUMEX BIG JIM, desenvolvida na Universidade do Novo México, com nada menos de 34,5 cm de comprimento.

- A pimenta mais ardida
A Naga Morich ou Bhut Jolokia entrou para o Guiness Book como a pimenta mais ardida do mundo, após testes de laboratório que acusaram nada menos de 1.001.304 SHU, desbancando a antiga campeã Red Savina Habanero (577.000 SHU)

- A pimenta mais pornográfica
Chama-se “Peter Pepper”, com formato extremamente parecido com o órgão sexual masculino.

- O maior pimentão
A variedade híbrida conhecida como Big Bertha apresenta dimensões de 18 x 10 cm...

- O pimentão mais antigo
O primeiro pimentão a surgir com as características que conhecemos, em formato de bloco, com a casca lisa e totalmente desprovido de pungência, foi o CALIFORNIA WONDER, selecionado em 1928 pela C.C. Morse company.


Naga Jolokia, a pimenta mais quente do mundo

No ano 2000, os cientistas no laboratório de defesa da Índia (só podia ser! Vai gostar de pimenta assim lá no raio que o parta, meu. ) reportaram a Naga Jolokia como sendo a mais potente do universo conhecido, atingindo um score de 855.000 unidades na escala Scoville.
A escala Scoville* foi criada para poder estimar com precisão o quanto uma pimenta pode ser ardida. O processo é científico. A pimenta contém a capsaicina, que é um componente químico que estimula os termoreceptores da pele, sobretudo nas regiões de mucosa. Assim, quanto mais capsaicina houver, mais quente é a sensação.
O valor é dado baseado na dissolução da pimenta e seu princípio ativo.
Assim, uma pimenta que leva nota 200,000 ou mais, indica que ela poderá ser diluída 200.000 vezes até que seu princípio ativo não seja mais percebido.

Um tempo depois, um dos exportadores da Naga Jolokia conseguiu um novo laudo onde alguns exemplares da Naga chegaram ao bizarro valor 1.041.427 unidades na mesma escala, o que mostrou que a Naga Jolokia é mais de duas vezes mais quente que a antiga recordista, a Red Savina.
Em fevereiro de 2007 o Guinness certificou a pimenta como a mais ardida do mundo.

*Em 1912, o americano Wilbur Scoville inventou um método em que extrato de pimenta era diluído em quantidades cada vez maiores de água açucarada – até a ardência se tornar imperceptível para um grupo de cobaias humanas. Se uma pimenta recebe mil pontos, por exemplo, isso que dizer que são necessárias mil partes de água para anular uma parte de pimenta.

Fontes:http://mundogump.blogspot.com

http//br.geocities.com/c.caminha/Curiosidades.html?1167409798810

Conheça diversos tipos de pimenta clicando Aqui.
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