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segunda-feira, 9 de abril de 2012
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
"O Rodolfo dos Raimundos morreu aos 27 anos", diz ex-vocalista da banda à revista

Rodolfo Abrantes, ex-vocalista do Raimundos, na revista "Rolling Stone Brasil" de outubro de 2011
"Não voltaria por valor algum". Essa é a resposta de Rodolfo Abrantes, ex-vocalista dos Raimundos, sobre um possível retorno à banda que ajudou a formar em Brasília no final dos anos 80. Em entrevista à edição de cinco anos da revista "Rolling Stone Brasil", que chega às bancas na sexta-feira (14), o cantor de 39 anos é enfático ao dizer que "o Rodolfo dos Raimundos morreu aos 27 anos", idade que começou a enfrentar uma crise na banda, numa alusão ao chamado "Clube dos 27" --composto por músicos que morreram nesta idade como Kurt Cobain, Jimi Hendrix e, mais recentemente, Amy Winehouse.
"Amo os caras, não tenho problema com a banda. Meu caminho é este, minha vida é falar de Jesus", diz ele, que agora é missionário da Igreja Bola de Neve de Balneário Camboriú (SC). Nascido em 1972, no Distrito Federal, Rodolfo cresceu em uma cidade com uma geração roqueira local em evidência, que ele viu nascer em um bar a algumas quadras de casa.
"Tudo o que sabiam de mim era 'Rodolfo dos Raimundos'. Parecia que eu era aquilo. Só que eu não era aquilo, eu tinha me tornado aquilo", ele relembra, falando sobre a saída da banda, em 2001, cinco meses depois de ele entrar na Igreja. "Eu estava num tribunal sendo acusado de ter traído o rock", recorda o músico, que diz não sentir rancor das pessoas que o criticaram. "Foi uma opção minha. E tudo tem seu preço. Ouvi bastante, e ouço até hoje. Mas independentemente do que dizem para você, a maneira como você reage é o que determina o quanto isso te afeta".
A última vez que Rodolfo esteve com os antigos parceiros de Raimundos, conforme ele conta na entrevista, foi em 2007, no velório do pai, em Brasília. O guitarrista, Digão, o baterista, Fred, e o baixista, Canisso, apareceram para oferecer os ombros ao amigo, e desde então não se falaram mais. "O Canisso tocou comigo no Rodox um tempo. A gente sempre se deu muito bem. Não que não me desse bem com os outros, mas parece que o Digão e o Fred ficaram muito magoados".
Enquanto se dedica a ministrar cultos, uma nova formação dos Raimundos segue na estrada com Digão nos vocais, Canisso no baixo, Caio na bateria e Marquinho na guitarra. Em junho deste ano, a banda lançou o CD e DVD ao vivo "Roda Viva".
Fonte: Uol
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Guitarrista Carlos Santana quer ser pastor

O célebre músico mexicano Carlos Santana anuncia que vai abandonar a carreira e virar pastor dentro de seis anos.
O mítico guitarrista Carlos Santana, considerado um dos melhores músicos do mundo em sua especialidade, anunciou que pretende aposentar-se da carreira artística e virar pastor. A declaração foi dada em entrevista à revista especializada Rolling Stone. Santana, de 61 anos, diz que vai parar de tocar profissionalmente aos 67 e que vai exercer o pastorado numa igreja no Havaí. “Vou fazer o que realmente quero, que é ser pastor, como o Little Richard”, disse, referindo-se a outro célebre artista.
O músico falou da fé que o tem acompanhado ao longo da vida e que o tem ajudado nos momentos mais difíceis, como o recente divórcio da sua mulher Deborah, que pôs fim a uma relação de 34 anos. “Penso que Deus deu-me a dádiva da comunicação, mesmo sem a minha guitarra”, acrescentou. O músico mexicano disse ainda que quer ajudar as pessoas a entender melhor algumas passagens da Bíblia, sobretudo aquelas relativas, nas suas palavras, a “sentimentos de culpa, vergonha, julgamento e medo”. O novo disco de Carlos Santana, Multi-dimensional Warrior, chega às lojas em 13 de outubro, e é uma coletânea dos maiores sucessos de sua carreira de mais de 40 anos.
O mítico guitarrista Carlos Santana, considerado um dos melhores músicos do mundo em sua especialidade, anunciou que pretende aposentar-se da carreira artística e virar pastor. A declaração foi dada em entrevista à revista especializada Rolling Stone. Santana, de 61 anos, diz que vai parar de tocar profissionalmente aos 67 e que vai exercer o pastorado numa igreja no Havaí. “Vou fazer o que realmente quero, que é ser pastor, como o Little Richard”, disse, referindo-se a outro célebre artista.
O músico falou da fé que o tem acompanhado ao longo da vida e que o tem ajudado nos momentos mais difíceis, como o recente divórcio da sua mulher Deborah, que pôs fim a uma relação de 34 anos. “Penso que Deus deu-me a dádiva da comunicação, mesmo sem a minha guitarra”, acrescentou. O músico mexicano disse ainda que quer ajudar as pessoas a entender melhor algumas passagens da Bíblia, sobretudo aquelas relativas, nas suas palavras, a “sentimentos de culpa, vergonha, julgamento e medo”. O novo disco de Carlos Santana, Multi-dimensional Warrior, chega às lojas em 13 de outubro, e é uma coletânea dos maiores sucessos de sua carreira de mais de 40 anos.
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