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domingo, 11 de outubro de 2020

Menina Minimalista, ou: A letra de uma canção

 


Menina Minimalista

 

Teu amor tão simples tanto satisfaz

Tua luz irrequieta assim

me pega nas mãos e leva, templo da paz

salva, completa o menino em mim

 

Menininhainha

Deus te incumbiu de mim

teus braços dois sóis céus

véus de arder

voz de mil beijos, sim

 

Menina minimalista

rearranja os móveis do meu coração

de tudo basta que você exista

teu amor tem status de canção

 

Menina mínima, minimalista

Deus te incumbiu de mim

teus braços dois sóis céus

véus de arder

voz de mil beijos, sim

 

Colecionadora de desocupações

Estrela solista, solícito olhar e sons

Teus mínimos toques, encantações

Perfeições feitas de tão poucos tons

 

Menininhainha

Deus te incumbiu de mim

teus braços dois sóis céus

véus de arder

voz de mil beijos, sim


Sammis Reachers



quinta-feira, 13 de outubro de 2011

"O Rodolfo dos Raimundos morreu aos 27 anos", diz ex-vocalista da banda à revista


Rodolfo Abrantes, ex-vocalista do Raimundos, na revista "Rolling Stone Brasil" de outubro de 2011
"Não voltaria por valor algum". Essa é a resposta de Rodolfo Abrantes, ex-vocalista dos Raimundos, sobre um possível retorno à banda que ajudou a formar em Brasília no final dos anos 80. Em entrevista à edição de cinco anos da revista "Rolling Stone Brasil", que chega às bancas na sexta-feira (14), o cantor de 39 anos é enfático ao dizer que "o Rodolfo dos Raimundos morreu aos 27 anos", idade que começou a enfrentar uma crise na banda, numa alusão ao chamado "Clube dos 27" --composto por músicos que morreram nesta idade como Kurt Cobain, Jimi Hendrix e, mais recentemente, Amy Winehouse.
"Amo os caras, não tenho problema com a banda. Meu caminho é este, minha vida é falar de Jesus", diz ele, que agora é missionário da Igreja Bola de Neve de Balneário Camboriú (SC). Nascido em 1972, no Distrito Federal, Rodolfo cresceu em uma cidade com uma geração roqueira local em evidência, que ele viu nascer em um bar a algumas quadras de casa.
"Tudo o que sabiam de mim era 'Rodolfo dos Raimundos'. Parecia que eu era aquilo. Só que eu não era aquilo, eu tinha me tornado aquilo", ele relembra, falando sobre a saída da banda, em 2001, cinco meses depois de ele entrar na Igreja. "Eu estava num tribunal sendo acusado de ter traído o rock", recorda o músico, que diz não sentir rancor das pessoas que o criticaram. "Foi uma opção minha. E tudo tem seu preço. Ouvi bastante, e ouço até hoje. Mas independentemente do que dizem para você, a maneira como você reage é o que determina o quanto isso te afeta".
A última vez que Rodolfo esteve com os antigos parceiros de Raimundos, conforme ele conta na entrevista, foi em 2007, no velório do pai, em Brasília. O guitarrista, Digão, o baterista, Fred, e o baixista, Canisso, apareceram para oferecer os ombros ao amigo, e desde então não se falaram mais. "O Canisso tocou comigo no Rodox um tempo. A gente sempre se deu muito bem. Não que não me desse bem com os outros, mas parece que o Digão e o Fred ficaram muito magoados".
Enquanto se dedica a ministrar cultos, uma nova formação dos Raimundos segue na estrada com Digão nos vocais, Canisso no baixo, Caio na bateria e Marquinho na guitarra. Em junho deste ano, a banda lançou o CD e DVD ao vivo "Roda Viva".
Fonte: Uol

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Governo pretende liberar cópia de músicas e de livros

Imagem de minha autoria, de uso livre.
Mais imagens de uso livre no blog Imagens Cristãs

BRASÍLIA – Guardada a sete chaves, a nova lei de Direitos Autorais, redigida pelo Ministério da Cultura, vai autorizar, pelo menos, duas práticas usuais dos jovens brasileiros. Pretende permitir, por exemplo, que os interessados em realizar fotocópias de um livro o façam da publicação completa e não apenas de pequenos trechos, como é hoje. Também vai criar uma forma legal de autorizar a cópia de músicas para aparelhos de MP3, o que hoje é ilegal e considerado pirataria.

Em entrevista ao iG, o diretor de Direitos Intelectuais do Ministério da Cultura, Marcos Alves, antecipou que o texto vai buscar o equilíbrio entre a proteção aos titulares das obras e o direito do cidadão de ter acesso à cultura. “Temos uma lei muito restritiva hoje e precisamos mudar isso”, afirma. “Um universitário que quer copiar um livro acaba incorrendo em crime se xeroca a publicação inteira”, avalia. Pela proposta, será permitida a cópia de livros e a livre utilização, desde que essa cópia seja para fins educacionais, não para a utilização econômica.

“O mesmo vale para alguém que comprar um CD de algum artista e o copia para MP3. Mesmo se a pessoas pagou pelo produto, se copiar a música na íntegra é pirata”, completa. Em ambos os casos, a solução apontada pelo Ministério da Cultura é semelhante. A ideia é fazer um fundo de reserva de recursos alimentado com taxação dos produtos. Ou seja, um percentual pago à copiadora iria para um fundo destinado a reembolsar os autores e as editoras.

O mesmo argumento serve para quem abastece os aparelhos de MP3. “Esses aparelhos servem principalmente para quem baixa músicas. Então podemos pensar em cobrar uma taxa em cada venda que serviria para os direitos autorais dos artistas e gravadoras”, afirma. De acordo com ele, as duas medidas necessitam de regulamentação específica, mas não devem onerar a venda dos produtos de forma significativa.

Para a Maria Cristina Barbato, da Ordem dos Músicos do Brasil (OMB), a proposta é positiva. “É fato que o músico não pode mais perder como ocorre hoje cada vez mais”, afirma. A OMB representa, apenas no estado de São Paulo, 50 mil músicos. “Hoje não há controle algum e cada um faz o que quer.”

A nova lei de Direitos Autorais está sendo elaborada desde 2007 e, nas próximas semanas, deve entrar em consulta pública antes de ser encaminhado ao Congresso. Havia a expectativa de que o texto fosse apresentado durante o 3º Congresso de Direito de Autor e Interesse Público, que ocorreu esta semana em São Paulo. Mas o governo manteve o suspense. “Estamos com os pontos centrais já bem costurados e devemos divulgá-lo em breve”, garante Alves.

No encontro, apenas um item ficou claro a todos. O Estado quer voltar a interferir no processo e vai criar o Instituto Brasileiro de Direito Autoral, espécie de agência reguladora que teria o poder de fiscalizar, por exemplo, o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad), que distribuiu, em 2008, R$ 270 milhões em direitos autorais.

Via http://ultimosegundo.ig.com.br

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Sou um ateu quando…


by Brian McLaren e Aron Strumpel

Sou um ateu quando se trata do deus violento da jihad
Sou um ateu quando se trata do senhor que converte pela espada
Sou um ateu quando se torna missão de políticos usar a religião como munição

Eu creio em Você, o artista das árvores e das galáxias
Eu creio em Você, o poeta dos oceanos, rios e córregos
Eu creio em Você, no Deus de compaixão que nos chama para a ação
Eu creio em Você

Eu não posso crer no que eles crêem, mas eu creio em Você

Eu creio em Você, o majestoso arquiteto do espaço e do tempo
Eu creio em Você, o compositor da beleza e da música da vida
Eu creio em Você, o santo perdoador extravagante e reconciliador
Eu creio em Você

Sou um ateu dos deuses da ganância que ignoram os necessitados
Sou um ateu dos deuses que levam os outros à tortura e ao sofrimento
Sou um ateu quando se aceita a visão dos poucos escolhidos, que julgam e condenam quem deles é diferente

Eu creio em Você, poderoso, manso e gentil em poder
Eu creio em Você, a palavra falada com boas notícias ao quebrado
Eu creio em Você, o mistério transcedente, conosco na história
Eu creio em Você

via site do Jorge Camargo: www.jorgecamargo.com.br
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