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domingo, 21 de setembro de 2025

Graças a Deus não silenciamos nossos políticos à bala - Uma reflexão sulamericana

 


Graças a Deus somos um país civilizado.

Imagine, por um ou dois minutos, se tivéssemos a cultura barbaresca dos outros-americanos do Norte que, desde antes do grande Lincoln, costumam silenciar à bala seus grandes e pequenos homens políticos - que pensam em geral o contrário do atirador:
Já não teríamos, de há muito, Bolsonaro, enterrado ainda deputado e palhaço, não genocida;
De há muito e muito antes, estaríamos pondo velas coloridas (pretas não que ele não gosta da cor) no túmulo do bondoso Lula;
Já não haveria, veja você, um Alexandre de Moraes, um Xandão para odiarmos e amarmos conforme a crise ou o mês.
Fosse nossa Pindorama a América de George Washington, todos estariam fulminados seja por uma nossa Taurus, seja por uma Ruger deles, ou talvez uma Beretta carcamana, para demonstrar nosso não-partidarismo bairrista.
Graças a Deus que não somos aqueles.
Imagine você, PASTOR desgostoso, que perdeu a fé e o medo da sodomia lá, ainda naquele seminário, e que passa os dias defendendo Lula (ou o Bozo): O que faria sem ele? Procuraria OVELHAS para apascentar?
E você, minha amiga, mulher empoderada e feia como o diabo, que passa os dias falando mal de bolsonaristas, de Bolsonaro, dos Bolsonaros e seus babalorissauros, como faria? Procuraria finalmente um MACHO, um domador de feras, para civilizá-la?
E você poderá dizer: "Puxa, Samerson, se eles não existissem aqueles em cuja mente eles alugaram apartamentos, palácios, mansões, arrumariam algo mais ÚTIL para fazer. Seriam LIVRES. É isso que você quer dizer?" Bem, quem sabe?
Uma coisa sei: Há em mim um Bozo, há em mim um Lula, e em você também: E vamos bem, miscigenados de defeitos e bovinidade. Claro, alguns tiveram as mentes estupradas; mas, não fossem os políticos, eles arrumariam outras máscaras para fantasiar e ocupar a própria idiotice.
Porém graças, graças a Deus somos de uma outra e melhor América, fundada na dialogicidade. Como você pôde ler.

Sammis Reachers

sexta-feira, 4 de julho de 2025

Juliana e o vulcão, ou a erupção de nossa tragédia política

 

Sammis Reachers

Nesta semana este país gigante e ferido de patologias genéticas que lhe embotam o raciocínio e o convívio (escolha a sigla que lhe agradar) se viu mobilizado.

Juliana Marins, niteroiense como eu, foi vítima de uma tragédia.

Mas sua tragédia pessoal/familiar revelou outras em seu bojo. Logo o país ainda polarizado se viu num embate: Onde está o presidente Lula, o Lule de tantos, que não providenciou seja o resgate do corpo vivo, seja o translado do cadáver? Pior, enviou jatinho da FAB para resgatar antiga “comparsa de falcatruas” dos tempos do Mensalão...

A monstruosidade de muitos se mostrou não na empatia com a Juliana ou seus restos mortais, mas em usar um fato trágico como artefato político, granada de concussão para tentar atordoar o outro lado.

E a monstruosidade foi prontamente respondida com outra monstruosidade (é a guerra, baby): Lula, o Lule misógino, machista e racista das massas bichas e machas, aprovou o gasto com o translado de corpos de brasileiros.

Há praticamente CINCO MILHÕES DE BRASILEIROS RESIDINDO NO EXTERIOR.

CINCO MILHÕES.

Fora os turistas.

Não, eu não quero, não posso e nem preciso pagar essa conta. Nem o país que eles escolheram deixar para sempre ou por momento.

Mas Juliana era turista. Turista de AVENTURA, que é aquele que escolhe o risco, e extrai do perigo, prazer. Sim, mesmo sabendo dos riscos, mesmo apesar dos riscos. Mesmo apesar da família, seu receoso apoio ou constrangida oposição. Ficou claro o desenho? Turista de AVENTURA. Aventurou, aventurou e morreu. Uma tragédia. Pessoal e familiar. Arthur, filho de Campina Grande e garçon em Barcelona, acaba de morrer em terras espanholas. Embolia pulmonar. Agorinha. Sua morte nos comove? Adelaide, maquiadora de Nova Iguaçu, acaba de morrer em Berna, na Suíça. Caiu de uma escada de três míseros degraus, dentro de casa. Cabeça na quina da pia. Morreu assim como todos os CINCO MILHÕES de brasileiros no exterior irão morrer, antes, durante e após você e eu.

Tudo isso é para expor o ridículo de nossa situação. O país não tem que enviar jatos da FAB, esse elefante branco e voador, com seus orelhões de dumbo ou do diabo, para resgatar criminosos “perseguidos”. E nem cadáveres, seja de trabalhadores pátrios, seja principalmente de aventureiros.

Mas bom senso desertou de nós há uma década ou quase duas, e a situação da inocente Juliana só serve para expor com toques de filme splatter o horror de nossa película. Por sinal, já ouviu nossa trilha sonora? Somos o país de Poze e Oruam, de Gusttavo Lima e de Enrique & Juliano...

Além da guerra, a política é a única ocupação onde um porco pode entregar o máximo de sua porquidão. Uma arena onde ele pode ofertar o seu pior para o cosmos.

Lula, como antes fez Bolsonaro, se mostra fraco ou porco demais: Os ventos do populismo – leia-se, desejo de reeleição, essa monstruosidade que não deveria existir – o faz lançar âncora onde quer que possa conseguir mais votos, de um bolsa-luz (na verdade, luz elétrica de graça para quem consome pouco), CNH gratuita para o pobre que pode comprar carro, mas não pagar por uma carteira (?), ao translado de corpos de aventureiros. Amanhã tem Flamengo, time de meu coração e de um terço da pátria aurirrubra: Eu e você pagamos a conta para que um fique deitado em sua casa ou casebre assistindo a Copa do Mundo de Clubes, luz e bolsas em dia, enquanto eu não posso, pois estou dando expediente no trabalho. E do trabalho, na hora apertada do almoço, assisto à comoção sobre outro aventureiro que curte a vida adoidado, não compartilhando seu prazer (justo, pois é particular), mas compartilhando sua desdita, pois pago os custos finais de sua aventura.

Esse desejo lulista de perpetuar-se no poder, pondo em risco a economia do país, é tão deletério quanto os arroubos golpistas e provincianos do idiota da aldeia Bolsonaro, outro que se revelou populista, mas tarde e sem talento, que talento no que seja sempre lhe faltou na vida.

Contra essa dualidade demoníaca de Lule x Bozo, quem se apresenta? A direita como a tupiniquim carrega em si o vírus totalitário; a esquerda outra que não a lulista é ainda mais perniciosa; os liberalóides passam do ponto: propondo Estado mínimo, querem mesmo é Estado nenhum. Marina se aquietou e aniquilou, conformada, um dos casos mais sinistros de implosão-política-sem-escândalos da história pátria. Ciro Gomes, o eterno injustiçado, não consegue falar a língua de nosso povo e até de nossas "elites", feridos todos de analfabetismo funcional (o "mal do século" brasileiro).

Primeira, segunda e terceira vias assoreadas, interditadas por lama perfumada. Precisamos de uma quarta, quinta, sexta vias. Mas de que bueiro emergiriam?

Estamos todos futricados, como diria meu pai.


*****


Sammis Reachers é escritor e editor. Paga suas contas como professor de Geografia. É licenciado também em História e em Artes Plásticas, e graduado em Biblioteconomia.


sábado, 21 de junho de 2025

Sammis Reachers, o charlatão genérico da Shopee: O PRAZER É MEU

 


PRAZER O MEU

O cara que nunca vi na vida me segue pois viu que escrevi um artigo sobre games, faço parte de uma equipe, pareço entender do riscado. Mas aí – o cara para quem os videogames são a vida – vasculha as redes e percebe que quase não falo do assunto, e estou absorto em aleatoriedades as mais insossas, sou o mais infrequente dos jogadores. "ELE DEVERIA SER MAIS GAMER. E NEM COLECIONA BONEQUINHOS!" O cara dessegue.
*
O cara que nunca vi na vida me segue pois leu um texto meu, viu meu nome em algum lugar – eita, que nome estranho, e o tal nome estranho domina a poesia, o conto, a crônica, ele adapta, traduz, ele edita de tudo, um monstrinho, um diabo, um anti-herói? – mas ao dar uma olhada nas redes, o cara que ama a literatura como cátedra e magistério vê que ao lado de literatura falo de videogames, posto fotos de gatos, piadas machistas ou insossas, e simplicidades da maior das indignidades. Um moleque, um charlatão? "ELE DEVERIA SE PORTAR À ALTURA DE UM LITERATO." O cara dessegue.
*
O cara que nunca vi na vida me segue pois sou um mobilizador missionário. Mantenho um blog de duas décadas, já publiquei mais de dezena de livros e recursos, tudo gratuito!, devo ser louco ou herói. Aí vendo minhas redes o cara percebe que não falo de missões nelas, pois são redes de relaxamento. E a teologia também não aparece muito. Sou um crente dos piores, da periferia da fé, da santidade, da virtude que você quiser. O cara – para quem a obra missionária é tudo, com a seriedade que ela exige, (bem, e este deve ser o único certo aqui) – se escandaliza ("ELE DEVERIA SER UM RELIGIOSO") e dessegue.
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O cara vê que falo mal de Lula e Bolsonaro, que já votei nos dois e sonho com o fim de ambos, isso quando sonho - sou ocupado. O cara dessegue com ódio, sua única força. "UM LIVRE PENSADOR DE VERDADE? ELE OU ISSO NÃO TEM DIREITO DE EXISTIR."
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Eu me divirto (olha o pecadilho), na falta de coisa melhor pra fazer, com a decepção que esparjo enquanto ando, rolo, marcho ou me arrasto em direção ao céu. Sou o pior dos homens e não tenho mesmo muito tempo. Eu não mudo pois não me importo. Sofri até os 12 tentando um encaixe ou compreender o mundo – minha mãe, anja de roça, me levava em macumba, igreja, psicólogo. Dei trabalho. Dali aos 14 ensaiei entre tumba e crisálida, mas nos 15 estava livre. Era Sammis, meu inferno e minha singularidade. Sem papas na língua, sem dependências, sem associação alguma com qualquer manada, nem submissão a Mamon. Minha mãe partiu em novembro do ano passado, aos meus 46 anos, e eu era o orgulho dela. Isso me importa. O resto é a vida, sua carga, seu fulgor, sua missão. Cheia de pedras, pássaros e próximos, a quem é preciso amar, malgrado o abismo que separa os homens.

Sammis Reachers

domingo, 8 de janeiro de 2023

"MAS SAMMIS, SEUS LIVROS NÃO TÊM PREFACIADOR?"

 


Você já reparou que a grande maioria dos livros que publico (individuais ou antologias) não possui apresentador ou prefaciador externo?

Isso decorre de diversos fatores, sendo o principal a velocidade. Trabalho num ritmo, se não diria acelerado, ao menos robusto. E trabalho também em diversos projetos ao mesmo tempo: São muitas pastas ou arquivos Word onde vou acrescentando uma frase, um parágrafo, um novo item, uma editoração, enfim, um tijolinho naquele construto. Acontece que, quando um projeto é capturado para ser a bola da vez, a ele me dedico com maior afinco e atenção, e quando pronto, ENQUANTO NÃO FOR PUBLICADO, ele atrapalha o andamento dos demais projetos. É estranho, mas um livro pronto e “em aguardo”, me gera uma ansiedade (em mim, que sou pouco ansioso) que refreia meu avanço sobre outros projetos, e principalmente me paralisa de escolher logo o novo “projeto da vez” e me aprofundar nele. Enquanto não publicar, não me sinto leve nem livre.

Pois bem: Tive diversas experiências insatisfatórias com o esperar que determinado autor, grego ou troiano, me escrevesse um prefácio. Num caso, mais de mês; noutro, o indivíduo esqueceu-se – ou se fez de rogado; e assim por diante. O cidadão por vezes nem é culpado: O ritmo dele não precisa se adequar ao meu! E eis o X da questão: O meu também não precisa se adequar ao dele, pois não sei bem dele, mas de minhas ocupações (e da fila de livros, e a atividade de “editora-de-um-homem-só”, que colige, edita, corrige, faz capa, divulgação, distribuição, financia quando o projeto o requer e ainda serve o cafezinho pra si mesmo), ah, disso sei bem. E por isso respondo. Assim como o que faço lá fora, lá onde ganho a vida (hoje como professor, duas escolas, dois municípios, sete turmas, quase duzentas e cinquenta adolescentes ou almas a gerir).

Não que não tenha obtido retorno, longe disso; na maioria das poucas vezes em que convidei confrades, os convites foram pronta e satisfatoriamente aceites. A questão é que, pelas algumas bambeadas dos já citados, escolhi suprimir essa etapa e seguir avançando no ritmo que me parece o mais produtivo.

De minha parte, já fui instado a escrever diversos prefácios, o que me lembro de ter feito, no maior dos prazos, em menos de duas semanas. A última foi do editor do Jornal Daki, portal de notícias gonçalense onde publico vez por outra contos e crônicas: Ele me solicitou um prefácio, de chofre, para o dia seguinte! Sim, o dia seguinte, e no dia aprazado ele estava lá, prontinho.

Assim explicado, com prazer “queimo” esta etapa, essa efeméride – no mais tão civilizada e quase, quase necessária – do universo editorial. 


segunda-feira, 7 de março de 2022

Guerra Fria: Segundo Ato

 


Dia desses, dando aula para uma turma de nono ano, afirmei: “Com o fim da Guerra Fria...”. Somente ao adentrar o aconchego do lar, na frieza dos raciocínios, dei-me conta da sandice: A Guerra Fria nunca acabou: No máximo, entrou num hiato. Hoje ela explode em seu “segundo ato”, com seus oponentes rearranjados no tabuleiro. A assim chamada Guerra ao Terror, que recentemente envolveu o mundo (de americanos a russos, de sauditas a nigerianos) num combate a extremistas muçulmanos, agora parece ter sido apenas uma pantomima, uma diversão apresentada no palco entre uma partida e outra da verdadeira guerra.

Claro está que a Rússia nunca será o que foi a URSS, que chegou a controlar, de fato ou ao menos no campo ideológico, quase meio mundo (e quantas, quantas “viúvas” de sua existência deixou!); mas isso não impede o ditador-maquiado-de-democrata Putin de almejar retomar parte da glória da antiga potência, desejo de glória hoje reconfigurado numa nova ideologia, na verdade colcha de retalhos que mistura culto à mítica mãe Rússia com a fé cristã ortodoxa, somado a tantos e embaraçosos pitacos de fascismo, comunismo e capitalismo oligarca que a situação toda desconcertou os ideólogos de direita e esquerda pelo orbe à fora. E com reflexos divertidos no Brasil, rachando esquerda e direita na confusão de a quem apoiar e pelo quê. Mas deixemos os idiotas de esquerda e direita e voltemos à guerra ou ao mundo real (com o perdão da redundância).

Hitler utilizou o conceito do lebensraum, o espaço vital, para justificar sua expansão bélica por sobre territórios e vidas alheias. O conceito foi elaborado ainda no século XIX, justamente por um alemão, o geógrafo Friedrich Ratzel. A ideia era que o povo “ariano” precisava de mais terra para desenvolver seu potencial e isso era um direito “natural”. Esse tipo de presepada não lhe era exclusividade: Vide o conceito-irmão de “destino manifesto”, preconizado do outro lado do Atlântico por ideólogos dos EUA, e que segue a mesma ladainha suprematista – mas essa polêmica, deixo para outro artigo. Putin utiliza, um pouco travestido, o mesmíssimo argumento: Invade ou subleva ex-membros da URSS para salvaguardar população de origem ou etnia-cultura russa presente em tais países. Pois temos um baita problema aqui: Há tais tipos de pessoas (russos étnicos) EM TODAS as ex-repúblicas soviéticas! Era uma norma da URSS fazer esse transplante de populações, de etnias, entre suas repúblicas, no objetivo de promover a integração e ajudar a debelar eventuais movimentos separatistas (essas transposições, de si só, causaram mais mortes que muitas e muitas guerras).

Sim, a URSS ruiu duma vez para sempre, mas a m#rd@ está feita, e acredite neste professorzinho aqui: Ainda terá outras e bélicas repercussões, nos próximos anos. Pois Putin, caso não caia ao fim deste capítulo ucraniano, certamente há de, agora ferido ao extremo pelos embargos, “meter o pé na jaca” ou na porta alheia, e aproveitar para aumentar sua presença em ou influência sobre tais repúblicas, notadamente as não abrigadas sob o guarda-chuva da OTAN. Cada ex-república soviética, seja hostil, “neutra” (isso ecxiste???) ou ALIADA, sente o peso do urso e rumina o risco, dia após dia.

Poslúdio: Enquanto isso a China, embebida na sapiência pragmática de Confúcio e Sun-Tzu, segue o que eu chamaria cariocamente de o caminho do bom malandro, e observa seus adversários ou aliados de ocasião (não se engane, a China sempre viu e verá a URSS/Rússia desta forma) se digladiando. Ela ocupa espaços no tabuleiro, engorda seu gado, ara seu campo – até que se apresente o momento (10, 15, 25 anos?) de ditar o capítulo final (Terceiro Ato?) da Guerra Fria.

 Sammis Reachers

Publicado originalmente no Jornal Daki em 05/03/2022

sábado, 16 de setembro de 2017

First They Killed My Father e Capitalismo: Uma História de Amor - Ou: A esquerda, a direita e o mal


Assisti nesta semana a dois filmes bem diferentes, dois filmes (na Netflix) para você aprender sobre SORDIDEZ.
 Em First They Killed My Father vemos a colheita maldita que foi a implantação do comunismo no Camboja, pela história real de uma família desfeita nas fazendas coletivas, alistamentos compulsórios e outras fornalhas marxistas.
Já em Capitalismo: Uma História de Amor, de Michael Moore, o alcagueta-mor do Império, vemos a sordidez inacreditável do capitalismo e seus mecanismos de vampirização e prostituição daquele que foi feito à imagem e semelhança de Deus.
Dois filmes para aprendermos sobre SORDIDEZ, sobre sistemas que em suas raízes e processos (práxis, práticas) negam o cristianismo ensinado no Sermão do Monte; para aprendermos que um outro caminho precisa ser tomado.
Recomendo que você os assista. Como gosto de provocar, são filmes para serem exibidos nas EBDs das igrejas.

Construir a justiça e viver o Sermão não são tarefas fáceis ou redutíveis a maniqueísmos; pelo contrário, são as cargas mais pesadas já dadas, a longa porta estreita que indica que, sim, um outro mundo é possível, mesmo neste rascunho traçado em pus (nosso mundo), mesmo enquanto esperamos pela nossa Pátria Celeste.


Sammis Reachers
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