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sábado, 18 de fevereiro de 2012

Ilustrações em defesa dos direitos dos animais - Iniciativa contra o confinamento e o comércio ilegal de pássaros

Ana Maria Moura

Mais de 60 ilustradores, brasileiros e estrangeiros, expõe trabalhos que alertam para o confinamento e comércio ilegal de pássaros. É a exposição 'Passarinho na gaiola não canta, lamenta', realizada em São Paulo (maiores informações AQUI).
Veja algumas das ilustrações:


Alecrim

 Alexandre Beck

 Cecília Esteves

 Eldes

 Gilberto Lefevre

 João Lin

 Laerte Silvino

 Marcos Guilherme

 Marlowa

 Monica Fuchshuber

 Paladino

 Patrícia Machado

 Paulo Fradino

 Sandra Ronca

Yara Kono


sábado, 10 de setembro de 2011

Simetria na Natureza




Espículas de uma esponja encontrada nas águas da África do Sul (abaixo) e os olhos de um mosquito (acima).Note a incrível simetria que ocorre na natureza, tanto a olho nu quanto sob o microscópio.


Fonte: http://detudoblogue.blogspot.com/

terça-feira, 14 de junho de 2011

Descoberta abelha com a maior língua entre os insetos

Um laboratório universitário de pesquisas da Colômbia descobriu que uma espécie de abelha encontrada há seis anos em uma reserva natural do sul do país possui a maior língua do mundo entre seus congêneres.
Foto: Andrés Felipe Castaño / Unimedios
Abelha com a língua entre os insetos foi localizada em 2005 na Reserva Natural Privada Río Ñambi,na Colômbia
A língua da Euglossa natesi n.sp., nome científico da espécie, mede duas vezes o tamanho de seu próprio corpo, segundo um relatório de "UN Periódico", jornal mensal gratuito, cuja edição de junho entrou neste domingo em circulação.
A abelha tem comprimento total de 16,88 milímetros, por isso sua língua é "a mais longa até agora no mundo", destaca a publicação, editada pela Universidade Nacional da Colômbia (UN), maior centro educacional público do país.
"Este inseto é particular, pois tem a maior língua encontrada até agora, que mede mais de duas vezes o tamanho de seu corpo", destaca o cientista Rudolfo Ospina, professor do Departamento de Biologia da UN.
Ospina ressalta que a língua desta espécie é uma característica que lhe permite ter acesso a fontes de néctar que outras abelhas não podem alcançar e, de quebra, polinizar plantas diferentes das orquídeas. Segundo ele, todas as espécies do gênero Euglossa são chamativas pelas cores vistosas e pela língua comprida.
A publicação informa que esta abelha foi localizada em 2005 na Reserva Natural Privada Río Ñambi, situada em Barbacoas, povoado do departamento de Nariño, próximo à fronteira com o Equador, pelos então estudantes de Biologia Víctor Solarte, Alejandro Parra e Santiago Ramírez.
O entomologista Carlos Sarmiento Monroy, do Instituto de Ciências Naturais da UN, disse ao periódico que os cálculos indicam que, no mundo, existem cerca de 20 mil espécies de abelhas, das quais cerca de 5 mil têm como habitat a América Latina.
A nova espécie recebeu o nome de Euglossa natesi em homenagem à diretora do Laboratorio de Pesquisas em Abelhas da UN, Guiomar Nates, por sua "contribuição ao estudo das abelhas".

sábado, 14 de maio de 2011

Formiga Dançarina...


Uma formiga mija fogo parece estar pulando uma dança break com uma mão sobre um galho. O inseto manteve a pose - conhecida como "uma mão congelada" entre os praticantes de breakdancing - por 30 segundos. Robertus Agung Sudiatmokosfotografou a visão incomum com uma lente macro na aldeia de Cibinong, Indonésia.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

O grande Deus e os pequenos insetos

Não é preciso ver grandes coisas para crermos no Deus Todo Poderoso, pois basta abaixar o olhar e contemplar a diversidade de insetos criados pelo Senhor Deus, nesta oportunidade ficaremos admirados e daremos gloria a Ele, pois até nos insetos pequeninos vemos a manifestação do seu poder criativo. O Salmo 33.8,9 declara: "Tema toda a terra ao Senhor; temam-no todos os moradores do mundo. Porque falou, e tudo se fez; mandou, e logo tudo apareceu".





































quarta-feira, 9 de março de 2011

WWF faz 50 anos


A organização não-governamental foi criada há meio século na Suíça por um grupo de cientistas preocupados com a devastação da natureza. Entre seus fundadores, o suíço Luc Hoffmann. Aos 88 anos, este patrono da conservação da natureza ainda acredita na necessidade de uma organização, que se tornou uma rede mundial de defesa do meio-ambiente, com representações nos principais países do mundo.


29 de abril de 1961 figura nos anais da luta pela preservação da fauna e flora: é a data da criação da ONG com o logotipo do panda. Um momento crucial para Luc Hoffmann, ex vice-presidente da ONG, presente desde o início e que tem "trabalhado em estreita colaboração" com o WWF ao longo destes cinquenta anos.




Apesar de não ter mais nenhuma posição oficial, o suíço - neto do fundador do grupo farmacêutico Hoffman-La Roche - continua financiando alguns projetos da organização por meio de uma fundação com "recursos consideráveis". Leia a entrevista abaixo.



swissinfo.ch: Como foi a participação do Senhor na criação da organização em 1961?



Luc Hoffmann: Eu já estava empenhado na proteção do meio-ambiente, principalmente na UICN [União Internacional para Conservação da Natureza]. A UICN fazia um bom trabalho, reunindo seus membros a cada ano para fazer um balanço dos problemas de conservação da natureza.



Mas alguns de nós, dentro da UICN, lamentavam que esta abordagem não se concretizava em ação. Assim, decidimos criar uma organização que trabalhasse em estreita colaboração com a UICN, mas que iria transformar os resultados dos simpósios em programas de ação.



Juridicamente, o estatuto do WWF foi elaborado pelo Dr. Hans Hüss, um advogado de Zurique que ainda está vivo. Um ótimo estatuto, pois ainda continua sendo o mesmo com apenas poucas modificações.



swissinfo.ch: Qual foi a primeira grande ação do WWF?



LH: "El Coto de Doñana" (a reserva de Doñana), na Espanha. Trabalhava com um amigo espanhol, o Dr. Valverde, para salvar a área. Já havíamos angariado os fundos, quando então fui contatado pelo Dr. [Max] Nicholson e pelo Peter Scott, da Grã-Bretanha, que me falaram de seus planos em criar uma organização internacional para a conservação da natureza, que iria cooperar com a UICN. Eles propuseram a participação deles na ação. Nós já tínhamos recebido uma certa quantia e concordamos, junto com eles, que o Coto de Doñana se tornaria o primeiro grande projeto do WWF.



swissinfo.ch: Na época já havia a preocupação com a proteção da natureza na Suíça e no mundo?



LH: Sim, mas era a preocupação de uma pequena elite. Indivíduos e pequenas organizações engajadas que não envolviam o público em geral.



swissinfo.ch: Como o WWF tem influenciado o mundo durante os últimos cinquenta anos?



LH: Inicialmente, a ideia era comprar as terras para transformá-las em áreas protegidas. Como no Coto de Doñana, mas também no Quênia, no Peru. Mais tarde percebemos que os projetos mais eficazes foram aqueles em que nós tentamos influenciar as decisões.



Ultimamente, procuramos influenciar os governos, encorajando-os a criar reservas naturais e parques nacionais. Há, de fato, diferentes formas de proteção. Não é mais comprando terras que o WWFacredita que terá maior influência, mas pressionando os governos a agir.



swissinfo.ch: A Suíça e o WWF abordam a questão de forma semelhante, racional e equilibrada. É uma coincidência?



LH: É um acidente. A UICN, que acabou se transformando no WWF, foi fundada na Bélgica. Ela foi transferida para a Suíça [em Gland, no cantão de Vaud (oeste)] no momento da descolonização. A Bélgica, uma potência colonial, poderia dar lugar a suspeitas aos olhos dos membros potenciais. A Suíça tinha sua neutralidade e nunca foi colonialista.



swissinfo.ch: Mas a decisão de privilegiar uma abordagem científica, ao invés de dramatizar o problema ainda é adequada em um mundo tão mediatizado?



LH: Observe o desenvolvimento das diversas organizações envolvidas na conservação da natureza. Aquelas baseadas em abordagens científicas têm os melhores resultados.



Uma organização como o Greenpeace, que visa mais o confronto do que a cooperação, obtém alguns resultados oportunos, especialmente em caso de catástrofes. Enquanto que o WWF registra um aumento mais ou menos constante no número de membros e do seu impacto.



swissinfo.ch: Cinquenta anos após a criação do WWF, o planeta está melhor?



L.H.: Não, não está melhor. Mas está certamente melhor do que se oWWF não existisse.



swissinfo.ch: Na sua opinião, ainda há hoje a necessidade doWWF?



LH: Sim, seu principal desafio agora é mudar atitudes e comportamentos. O progresso tem sido feito em termos de empresas e governos. Quanto aos cidadãos, há uma tomada de consciência, mas ainda falta uma mudança no comportamento.



A ecologia política, a abordagem do Partido Verde é interessante. Mas não para mim. A sensibilidade para a natureza deve existir em todas as partes, em qualquer lugar. É verdade que, na prática, alguns partidos estão mais próximos do que outros da ecologia. Mas não é o caminho que devemos seguir.



swissinfo.ch: Haverá um dia em que o WWF será desnecessário?



L.H.: Espero que sim, mas eu não acredito muito. Eu acho que se nós - empresas, governos e cidadãos - continuarmos a agir como hoje, vamos acabar mal. Nós não estamos agindo de forma sustentável, com respeito da biosfera.

FONTE: Swissinfo
Pierre-Francois Besson, Swissinfo.ch
Adaptação: Fernando Hirschy


via http://www.agrosoft.org.br

quarta-feira, 2 de março de 2011

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Botânicos reúnem numa lista todas as espécies de plantas conhecidas


Helena Geraldes 

Legumes, musgos, rosas e mesmo as ervas mais simples fazem parte da lista mais completa de sempre das plantas conhecidas para a ciência. A base de dados, com mais de um milhão de nomes, está terminada, revelaram hoje os jardins botânicos de Kew e do Missouri, instituições de referência mundial em biologia vegetal.

A Lista das Plantas, que será atualizada, inclui 1,25 milhões de nomes científicos de plantas. Destes, cerca de 300 mil são nomes já aceites e 480 mil são sinónimos. Para os restantes 260 mil nomes ainda não há certezas suficientes e há que investigar mais. 

“Todos os nomes válidos publicados para as plantas, ao nível das espécies, foram incluídos na Lista das Plantas. A maioria são sinónimos e nenhum nome foi apagado”, disse Peter H. Raven, director do Jardim Botânico do Missouri, em comunicado.

Stephen Hopper, director dos Jardins de Kew, considera que esta lista “é crucial para planear, implementar e monitorizar os programas de conservação das plantas de todo o mundo”.

Sem nomes específicos, a tarefa de compreender e comunicar o cenário botânico do planeta seria um “caos ineficiente, que custaria muito caro”, revelam os Jardins de Kew, em comunicado. Assim, a lista permite ligar os diferentes nomes científicos utilizados para uma espécie em particular e relacionar as espécies a publicações científicas para ajudar os investigadores.

Os botânicos ingleses e norte-americanos começaram a trabalhar nesta lista em 2008, comparando as famílias de plantas registadas pelos Jardins de Kew e o sistema Trópicos, um banco de dados alimentado desde 1982 pelos Jardins do Missouri, com cientistas a trabalhar em 38 países.

“Nas últimas décadas, estas duas instituições de referência têm feito um investimento extraordinário para identificar espécies à escala global e para construir uma rede de avaliação mundial da diversidade vegetal”, comentou Helena Freitas, directora do Jardim Botânico da Universidade de Coimbra. As duas conseguiram “chegar a um número bastante realista” e cientificamente válido sobre o número de espécies, acrescentou ao PÚBLICO, salientando a “promoção da ideia da importância das plantas como base das cadeias alimentares”.

Em Outubro, os 193 países membros da Convenção sobre a Diversidade Biológica reunidos em Nagoya, no Japão, decidiram criar até 2020 um banco de dados online de toda a flora conhecida no planeta.

Uma em cada cinco plantas no mundo está ameaçada de extinção, revelou em Setembro um estudo da União Internacional da Conservação da Natureza (UICN).

Fonte: Público - Portugal

A lista pode ser acessada em www.theplantlist.org

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